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17 de abril de 2011

Pânico 4 - Um bom retorno!




“Hello Sidney”. Essa frase marcou a época de muita gente por aí. Soa tão nostálgico. A galera dos 20 e poucos anos deve está pulando com a volta do Ghost face”. Bom, eu estou. A trilogia Pânico faz parte de minha adolescência e lembro que vi todos os filmes em fita, é isso mesmo, no videocassete! Puxa....rever os personagens de Neve Campbell (Sidney), a repórter chata e brilhante Gale Weather (Courteney Cox) e o policial bobão Dewey (David Arquette) na telona é excitante, é motivo suficiente para ir correndo às salas do cinemas e assistir ao retorno do mascarado em Pânico 4 (Scream 4, 2011) que continua sendo comandado por Wes Craven – seu último bom filme data de 2005, Voo Noturno, com Rachel McAdams e Cillian Murphy.


Onze anos se passaram desde o último filme, mas nesse novo longa, pouco mudou em sua estrutura. Continua cômico, de um modo sarcástico e sádico. Mas as piadas são atuais e envolve o Facebook, e tem espaço até para críticas à juventude antenada dos dias atuais e a sua busca incessante pelos 15 minutos de fama “Não quero ter amigos, quero ter fãs”, diz a personagem interpretada por Emma Roberts. 


Os filmes-alvos de “zoação” dos personagens no momento são os atuais longas de terror e as novas regras já não se aplicam às produções oitentistas como Sexta feira 13 e A Hora do Pesadelo, mas aos recentes “porn torture movie”, como por exemplo, a novela inacabável de Jigsaw em Jogos Mortais. Ou seja, a nova regra é:


O assassino tem que filmar a morte de suas vítimas!




Aaaah Sid, saudades!


Os diálogos são engraçadíssimos, politicamente incorretos, o diretor consegue tirar sarro dele mesmo, de um gênero de filme de terror criado por ele, e faz isso de maneira criativa e divertida. É inegável a contribuição de Craven ao gênero. Pânico - por bem ou por mal - influenciou a produção de centenas de outros filmes juvenis de terror mas que, infelizmente, não são tão bons quanto a sua trilogia, sem personagens cativantes e bem esquecíveis.


Na quarta parte, Sidney está de volta à sua cidade natal para lançar um livro de autoajuda. Os jovens da cidade já a apelidaram de Anjo da Morte, pois sempre que ela volta lá tem gente sendo esfaqueada em alguma esquina da cidade. E adivinha o que acontece? É isso mesmo! É uma sequência nervosa de “atende telefone seguido de corre-corre e facadas” que vai distraindo e divertindo – que sádico eu - o espectador para ele não pensar naquela pergunta inevitável e que só será respondida no final: “Quem é o assassino?”. É impossível você não comentar com o amigo ao lado seus palpites durante a projeção!


Pânico 4 é entretenimento de primeira, nostálgico, tão bom quanto os dois primeiros filmes, com um elenco repleto de carinhas conhecidas da TV, como a cheerleader de HeroesHayden Paniettiere, Adam Brody de The O.C., e as belas Anna Paquim (True Blood) e Kristen Bell (Veronica Mars) que protagonizam uma das melhores cenas (foto abaixo) do filme!


Participação bem especial das duas loiras sexys da TV!


Quer saber mais sobre as regras de sobrevivência da quadrilogia? Clique no link abaixo:

http://cinema.uol.com.br/ultnot/2011/04/17/dicas-ajudam-potenciais-vitimas-a-sobreviver-ao-assassino-dos-filmes-panico.jhtm

29 de junho de 2010

True Blood: Mais sangue, sensualidade, vampiros e lobisomens!



Junho é o mês que marca o retorno de figuras míticas como os vampiros e lobisomens às telonas (Eclipse) e às telinhas (True Blood). Mas enquanto o novo capitulo da saga criada por Stephenie Meyer não chega nos cinemas, vamos falar da terceira temporada de uma das séries mais viciantes e fantásticas dos últimos anos: True Blood. No último domingo (27/06), iniciou no canal pago HBO, a mais nova temporada do seriado mais cult e cool do momento.


Bill, depois de um jantar!


A linda e loira Sookie!


Bom, espero que sejam mordidos por um vampiro louco e sedento por sangue fresco, aquelas pessoas que não assistiram ainda a essa série. Mas vou ser bem mais tolerante que a maioria do dentuços aqui e resumir ao máximo a trama principal do seriado. A história se passa numa cidade pequena - e o povo tem um sotaque bem carregado - ao sul dos Estados Unidos chamada Bon Temps. Nessa realidade, vampiros lutam para terem seus direitos aceitos pela sociedade. Sim, não é novidade nenhuma a presença desses seres entre os humanos, ou seja, eles saíram do arm...., quer dizer, dos caixões. Existem os vampiros que tentam conviver harmoniosamente com os humanos, mas sempre tem uns revoltados no meio pra causar conflitos e tornar a história mais emocionante.


Jason. Os momentos cômicos são por sua conta.


Anna Paquim faz a simpática garçonete Sookie, que tem o poder de ler a mente alheia. Ela se apaixona pelo vampiro Bill Compton, interpretado por Stephen Moyer. É tudo o que precisam saber. Mas é importante ressaltar: True Blood não é nada semelhante à saga Crepúsculo. Na verdade, é tudo aquilo que a saga teen não é. É carregada de sensualidade, nudez, é violenta, sangrenta, tem uma trama - e subtramas - envolvente e instigante, personagens carismáticos e desbocados. É uma série ousada, adulta, desavergonhada. 


Jessica, a vampira mais atrapalhada da TV


Enfim, mas a respeito da nova temporada, só posso dizer que as minhas expectativas aumenta a cada cena, está melhor que a temporada anterior, e só assisti a dois episódios. E se já não bastasse o clã dos vampiros compostos por Bill, a atrapalhada Jessica (a aprendiz de vampiro que rende boas gargalhadas), Eric (o loiro bonito responsável pela cenas de tensão sexual que rola entre ele e a Sookie), Pam (a perigosa vampira lésbica e dona de um humor negro impagável), o metamorfo Sam Merlotte (ele tem o dom de se transformar em animais, uma outra figura clássica está surgindo nesse cenário bizarro criado por Alan Ball. Os lobisomens. E nas primeiras cenas em que eles surgem....ah, Jacob que se cuide! Os animais aqui não são nada bonzinhos, são ferozes, violentos e adoram sangue de vampiros!



E o que falar do primeiro episódio dessa eletrizante e descarada terceira temporada? Bom, a sensualidade e os corpos nus exibidos sempre foi e ainda é - que bom - um grande atrativo desse seriado. Sookie, Bill, Sam e Jason já apareceram inúmeras vezes com pouca roupa. Tornou-se até algo banal para os que acompanham o programa ver os lindos seios da Anna Paquim (Sookie), o bumbum do Bill, do Jason e os de suas namoradas.


Cenas vampíricas picantes.

Mas para delírio do público feminino, no primeiro capítulo, foi o vampiro Eric, vivido por Alexander Skarsgard - galã bad boy do clipe de Paparazzi - que apareceu nuzinho - olha as fotos aí em cima.

Sookie flagrou o rapaz numa "maratona de seis horas de sexo selvagem", como disse ele. Rs. A garçonete ficou abismada com a afirmação. E ele com um incrível senso de humor - aqui os vampiros podem ser bem malvados, mas não perdem a chance de fazer uma piada. "O Bill não tem vigor pra aguentar?", debocha ele.  Assista a um episódio e se renda - sem pudor, sem culpa - ao mundo sangrento, divertido, sensual, único e muuito bizarro de True Blood. Esse ano promete. 

Ficou com sangue na boca? Assista ao trailer:

9 de fevereiro de 2009

O retorno dos vampiros

2008 É O ANO EM QUE OS VAMPIROS SAÍRAM DAS SOMBRAS



O ano de 2008 reinventou, incrementou, redefiniu através de livros, filmes e seriados, um certo personagem mitológico que sai à noite para se alimentar de sangue humano. É ele mesmo, o Vampiro. A escritora Stephenie Meyer foi uma das responsáveis por essa "inovada" vampírica neste ano. Meyer com o seu romance Crepúsculo criou um vampiro mais humano, que se alimenta apenas do sangue dos animais, brilham como diamantes quando expostos ao sol, leem mentes, preveem o futuro. Esqueçam toda aquela balela de alho, cruz, água benta, estaca no coração, caixões, isso é passado, é coisa de novela da Globo.

Na série criada por Stephenie, os vampiros são pálidos, bonitos, jogam beisebol, estudam e se vestem perfeitamente bem (eles têm um senso fashion bem arrojado). E parece que os "normais’" gostaram dessa inovação, Crepúsculo e suas sequências literárias (Lua Nova, Eclipse...) são best-sellers em vários países. E a primeira adaptação do primeiro livro da saga, também está fazendo um enorme sucesso. Se nas páginas e na telona os vampiros adolescentes estão horrorizando, no bom sentido, o público ao qual essas obras se destinam, na telinha outros vampiros menos bonzinhos e mais adultos estão hipnotizando a audiência do canal HBO nos EUA, é a nova série TRUE BLOOD.

O casal sexy de True Blood!

Estrelada pela bela Anna Paquin (que ganhou merecidamente o Globo de Ouro de melhor atriz em série este ano por sua personagem Sookie), o show que foi renovado para uma segunda temporada, é violento, há muito sexo e cenas de nudez, tem uma trama bizarra, mas é engraçada, envolvente, tem a personagem mais carismática que apareceu na TV esse ano - a garçonete Sookie interpretada brilhantemente pela Anna -  em dez minutos você se apaixona por ela, e tem mais, TB é viciante, você assiste o primeiro episódio e não para mais.

Vamos ao enredo. Numa época (não se sabe qual) os japoneses criaram um a bebida chamada Tru Blood, eles chamam de sangue sintético, esse sangue fazem com que os vampiros deixem de desejar o sangue dos humanos. Os seres da noite tornam-se então, cidadãos comuns (alguns claro, sempre há aqueles revoltados e malvados), mas os humanos ainda não aprenderam a conviver com eles, o que gera muita preconceito por parte de algumas pessoas. É nesse contexto que Sookie, que tem o poder de ler mentes (isso mesmo!), se apaixona por um atraente vampiro que chega à cidade, apesar de todos os seus amigos se mostrarem contra o romance, ela está disposta a desvendar os mistérios desse vampiro.

True Blood está sendo exibida no Brasil pelo canal HBO. Como me viciei, já vi toda a temporada. Num ano em que a greve dos roteiristas atrapalhou o desenvolvimento criativo de muitas séries como Heroes, Prison Break e muitas outras, True Blood é uma "pérola" que surgiu este ano, criativa, bizarra, original, surreal, ousada. 

Sejam adolescentes vegetarianos ou adultos pervertidos sedentos por sangue, os vampiros são os seres mitológicos mais queridos do planeta e que será re-inventado ainda muitas e muitas vezes.

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