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18 de novembro de 2017

Liga da Justiça


Contém leves spoilers 
(nada que já não tenha descoberto por aí...)

O aguardado Liga da Justiça (Justice League, 2017) estreou e sem mais delongas posso afirmar que o resultado final é muito satisfatório, é uma obra enxuta, divertida, cumpre o que promete, segue à risca a cartilha dos filmes de reunião de super-heróis, no entanto, se não ofende os fãs também não atribui nada de novo ao universo DC no cinema, seja na narrativa ou no quesito técnico.

A recepção morna de Batman Vs Superman e o desastre chamado de Esquadrão Suicida certamente contribuíram para que a DC arriscasse menos e optasse em oferecer ao público uma aventura mais convencional, leve e descompromissada ao exemplo de Mulher-Maravilha, um hit estrondoso que caiu nas graças do público e da crítica.


E para essa mudança de tom, Joss Whedon (Firefly, Os Vingadores) foi convocado para substituir Zack Snyder – afastado por problemas pessoais – e fez algumas refilmagens, porém, acho que o trabalho de Whedon foi mesmo o de picotar, retirar os excessos deixados por Snyder, visto que Liga da Justiça é bem redondinho, não há espaço para cenas desnecessárias ou  aprofundamento nos dramas dos personagens, apenas para comentários cômicos – que muitas vezes destoam do contexto, mas a intenção é válida.

4 de junho de 2017

Mulher-Maravilha


Sinto muito pelas pessoas, no Líbano, que não poderão apreciar a estreia bem-sucedida e espetacular da Mulher-Maravilha no cinema, por conta de um grupo que está boicotando o longa por uma razão que, particularmente, não considero justificável: Gal Gadot já integrou o exército israelense (algo que é obrigatório lá, homens e mulheres servem ao exército após o período escolar), cujo país está há anos em conflito com o Líbano. Mulher-Maravilha (Wonder Woman, 2017) é o filme de heroína que a DC, o cinema, o mundo estava precisando. É o melhor filme da DC desde O Homem de Aço (2013) – apesar dos exageros, considero a obra de Zack Snyder um filmaço, tão grandioso quanto o próprio herói. 

Gal Gadot, uma atriz quase desconhecida, fez um papel pequeno na franquia Velozes e Furiosos, calou a boca de muita gente no ano passado – que criticou a escolha dela para o papel da heroína – quando ela, vestida já como Mulher-Maravilha, roubou os holofotes de seus companheiros heróis em Batman Vs Superman. Desde então, as expectativas aumentaram e felizmente elas foram correspondidas. A Diana de Gadot é encantadora, meiga e uma guerreira destemida quando o momento exige.

26 de março de 2016

Batman Vs Superman: A Origem da Justiça






Há quase três anos o Superman ganhou um filme correspondente à sua grandeza,  O Homem de Aço, na época, dividiu a crítica, mas Zack Snyder  sabiamente preocupou-se mais com os fãs, pois sabia exatamente o que nós - fãs -  e o super-herói precisavam: de um recomeço grandioso e espetacular  - em todos os sentidos  - nas telonas, principalmente após o decepcionante Superman – O Retorno. Março de 2016,  é o momento de conferirmos a nova e ousada aposta da Warner e da DC Comics para tentar obter uma parte de um mercado hoje dominado por Vingadores e cia e estabelecer uma franquia duradoura e lucrativa. Batman Vs Superman: A Origem da Justiça (Batman Vs Superman: Dawn of Justice, 2016)  estreia com essa responsabilidade imensa e com Snyder novamente no comando, ditando o tom sombrio e grandiloquente com o qual já estamos acostumados e vimos em suas melhores obras como Watchmen e Sucker Punch.


Batman Vs Superman: A Origem da Justiça estreou dividindo (de novo) a crítica especializada, mas público e críticos geralmente discordam quanto a produções do gênero – Homem de Ferro 3 é uma bomba, mas muita gente adorou aquilo - então, é importante destacar que Snyder entrega uma obra que vai agradar aos fãs dos super-heróis e desagradar a quem está acostumado com as cores, o bom humor e as tramas-família bobas dos filmes da Marvel. Aliás, um dos grandes acertos dos filmes do Universo DC é adotar o estilo dark da trilogia Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan.


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