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16 de novembro de 2014

Jane The Virgin - Uma série irresistível e muito "mexicana”



 


Como não ficar intrigado e no mínimo curioso com a seguinte premissa: Quando Jane era uma garotinha, sua avó a convenceu de duas coisas: novelas são a melhor forma de entretenimento e mulheres devem preservar suas virgindades a qualquer custo. Agora, com 23 anos, a vida de Jane de repente se tornou tão dramática e complicada como uma novela que ela sempre amou, pois uma série de eventos inesperados fez com que ela fosse inseminada artificialmente (!!!!). Tem como resistir?


Pois é, esta é a premissa excepcional da nova e hilária série do canal The CW, Jane The Virgin. A produção é um remake de uma telenovela venezuelana chamada Juana La Virgen. A exuberante atriz colombiana Sofia Vergara (Modern Family) e Ben Silverman, que produziu Ugly Betty, são responsáveis pela adaptação, ou seja, a série tem suas  qualidades e muita “latinidade” graças aos nomes envolvidos. E se você adorava Ugly Betty, Jane The Virgin é um programa obrigatório. 

 Jane descobre o "impossível"!!


Há algumas semelhanças com o seriado fashionista, como o elemento bilíngue, há o núcleo da família  da protagonista que fala espanhol e inglês, o roteiro ágil e as situações mais que engraçadas em que Jane é envolvida. A cena em que ela descobre que está grávida - mesmo virgem - é impagável.


Jane é interpretada por Gina Rodriguez, carismática e boa atriz, tão perfeita no papel quanto America Ferrera era vivendo a Betty Suarez.  Xiomara (Andrea Navedo), a mãe sexy e escandalosa de Jane e a sua avó, viciada em telenovelas, são outros destaques da história absurda e divertida. 


Além dos personagens cativantes que a gente passa a gostar já no primeiro episódio, Jane The Virgin tem outros fatores que a diferenciam de todas as outras  séries em exibição e transforma-a na aposta mais ousada e bem sucedida do canal The CW  -  que não envolve super-heróis. A narração em off, que está sempre nos guiando na história ou interrompendo um diálogo para nos contar algo engraçado ou implícito sobre as personagens, é um artifício eficiente, esperto e atribui todo o clima despretensioso ao seriado. A característica mais importante, então, é o jeito “mexicano” de ser da série, representado aqui pelas múltiplas tramas, que nos deixam tontos com tantas reviravoltas e brincam com a possibilidade de que (quase) todas as personagens se conhecem.

O pai da criança de Jane e sua namorada


Jane The Virgin é uma das maiores surpresas da TV este ano, sem dúvida. Despretensiosa, ambiciosa, alegre e descaradamente “mexicana”, no bom sentido, mas com qualidade e bons atores. A série ganhou a simpatia da crítica americana e o público.  The CW garantiu a primeira temporada completa, composta por 22 episódios. Com cinco episódios exibidos e muito bem escritos, a história  está sempre avançando a passos largos, espero que Jane The Virgin mantenha esse “frescor” por muito tempo. É uma daquelas séries que ninguém espera muito, mas quando descobre, não quer  mais largar.

Confere o trailer  e sente o clima gostoso do novelão:

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