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16 de dezembro de 2017

Melhores séries de 2017


Em julho eu publiquei o post Melhores Séries de 2017 – até agora, em razão da quantidade enorme de boas séries que haviam estreado no primeiro semestre. De julho até dezembro, novas temporadas chegaram e novas séries estrearam superando minhas expectativas, tornando 2017 um ano formidável para os apreciadores de seriados. Segue a lista definitiva das melhores séries do ano.


Game of Thrones – Indo sempre na contramão da maioria das séries que perdem o “fôlego” ao passar dos anos, GOT apresentou uma sétima temporada sensacional, enxuta, dinâmica, cheia de revelações, espetaculosa, do jeito que a gente gosta e se acostumou, e como é de praxe, tecnicamente impecável. 2019 nunca esteve tão longe!



Dark – A série que eu não estava esperando e pegou todos de surpresa me conquistou já no primeiro episódio, e acabou de estrear na Netflix. Para fãs de ficção científica e mistérios, teorias malucas e viagem no tempo, Dark é um deleite, uma experiência desafiadora, estranha e profundamente sombria.


The Handmaid´s Tale – É inevitável não nos revoltarmos com o mundo opressivo, preconceituoso e violento no qual vive Offered (Elisabeth Moss), uma Aia encarregada de prover filhos para seus patrões. A série mais incômoda e chocante do ano.


Big Little Liars - Nicole Kidman, Reese Whiterspoon, Shailene Woodley e Laura Dern vivem personagens imersas em uma trama que envolve assassinato, violência doméstica e confusões escolares. Drama, mistério e humor bem dosados pelas mãos do talentoso diretor Jean-Marc Vallée.

9 de julho de 2017

Melhores séries de 2017 (até agora)



O Inverno já está quase aí, mas 2017 já nos deu tantas séries maravilhosas e imperdíveis que resolvi listá-las já, antes do final do ano (época das tradicionais listas de melhores e piores do ano)!!!! Confere ai!



The Leftovers – A série intrigante e audaciosa de Damon Lindelof (Lost), cuja premissa se baseia na partida repentina de 2% da população, chegou ao fim e, sim, todas as respostas foram dadas. A forma como se esclarece o principal mistério da série é inteligente e ousada, causando no espectador emoções díspares. Com 3 temporadas, cada uma delas com atmosfera distinta, mas sempre com a história do Arrebatamento de fundo, The Leftovers (HBO) tinha como trunfo os fortes dramas e seus respectivos personagens, como Kevin (Justin Theroux) e Nora (Carrie Coon), não por acaso, o último episódio centrado nos dois representa o ápice da jornada vivida por ambos, e como tal, não poderia ser mais emocionante, mas com um toque de desconcerto.


Big Little Liars – Também da HBO, esta foi uma das surpresas do ano. Com um elenco feminino poderoso formado por Nicole Kidman, Reese Whiterspoon, Shailene Woodley e Laura Dern e direção dos sete episódios por Jean-Marc Vallée (Clube de Compras Dallas), a minissérie mistura trama de mistério envolvendo um assassinato com dramas que abarcam desde violência doméstica e casos extraconjugais até confusões escolares com os filhos das “perfeitas” mulheres da pacata cidade de Monterey.


The Handmaid´s Tale – Provavelmente a série mais incômoda e chocante do ano. É inevitável não nos revoltarmos com o mundo opressivo e violento no qual vive Offred (Elisabeth Moss, prêmios para ela), uma Aia encarregada de prover filhos para seus patrões. A redução do papel da mulher a ser reprodutor ou apenas de objetificação, preconceito contra homossexuais, governo autoritário que usa de religião para cometer assassinatos e repreensões são algumas das questões abordadas na série, que já aviso, não é destinada a qualquer um. 


Cara Gente Branca – Com muito humor e sarcasmo, mas sem perder de vista o principal objeto de discussão da série: o preconceito racial e a forma como ele é tratado na sociedade, esta série da Netflix põe o dedo na ferida, contorce e afunda mais o dedo sem dó alguma. A questão aqui é apresentada explicitamente. Chega de subliminaridades. São 10 rápidos e deliciosos episódios discutindo questões sérias e tantas formas de racismo que, quer queira ou não, estão enraizadas na sociedade. Cara Gente Branca é um tapa na cara, um despertar para a autorreflexão, a empatia, o respeito. Uma série obrigatória em tempos atuais.


8 de janeiro de 2017

7 filmes de ficção científica para ver em 2017


Power Rangers, mulheres-maravilhas, guardiões das galáxias, macacos inteligentes e um bem grandão predominarão as salas de cinemas neste ano, mas também é bom a gente expandir nossos conhecimentos cinematográficos e conhecer outros filmes de ficção científica, menores, mas igualmente importantes, que estrearão nos cinemas ou em alguma plataforma de streaming.


Quando Te Conheci (Equals) – Em uma sociedade utópica onde os humanos já não possuem emoções, pois a emoção é vista como uma doença, dois jovens se apaixonam. Kristen Stewart e Nicholas Hoult são os protagonistas desse “romance futurístico”, que tem uma premissa boa. Equals foi lançado em 2016, nem chegou aos cinemas por aqui, mas já está disponível no Netflix. Assista ao trailer.


Vida (Life) – Espero que o roteiro desse sci-fi seja realmente bom, pois atraiu atores de renome como Jake Gyllenhaal e Ryan Reynolds, porque a julgar pelo trailer, essa obra do diretor Daniel Espinosa (Crimes Ocultos) traz uma trama bastante familiar. Espero que eu esteja errado. Confira o trailer.




Attraction – O cinema russo está cada vez mais nos surpreendendo. Depois de Os Guardiões, filme de super-heróis ao estilo Vingadores, que deve chegar aos cinemas brasileiros este ano, é a vez dos russos nos mostrarem a versão deles de uma invasão alienígena. Attraction estreia lá na Rússia este mês, e o trailer é incrível, confira aqui.

22 de dezembro de 2016

Melhores séries de 2016

Westworld – Antes de sua estreia, já se esperava que esta série teria o "selo de qualidade HBO" com o qual estamos acostumados, e que tendo Jonathan Nolan como um dos roteiristas, Westworld prometia um enredo, no mínimo, audacioso e desafiador. Mesmo assim, a série superou as expectativas do público em todos os sentidos, desde o roteiro bem amarrado e minucioso, o afiado elenco, à magnífica trilha sonora reproduzida em uma pianola. Faltam palavras para adjetivar essa produção.


Stranger ThingsA série que faz uma ode à cultura oitentista também foi uma das grandes surpresas do ano. A história de mistério envolvendo quatro crianças agradou o público, surpreendeu e trouxe um sentimento de nostalgia a quem conviveu com as pedaladas dos quatro amigos de Conta Comigo e E.T. e se maravilhou com as “luzes que falam” de Contatos Imediatos de 3º Grau.


Game Of Thrones – Eis aqui uma série que caminha para a sétima temporada e nunca para de nos surpreender. A sexta temporada foi antológica, repleta de momentos inesquecíveis – “Hodor, hold the door” – e mais grandiosa que os anos anteriores. A Batalha dos Bastardos, por exemplo, tornou-se a sequência mais cara da história da TV, ademais, é uma sequência belíssima e perturbadora ao mesmo tempo.

27 de fevereiro de 2016

Minha breve opinião sobre os indicados ao Oscar 2016








A Garota Dinamarquesa – Faltou mais inspiração do diretor Tom Hooper ao conduzir essa história extraordinária sobre a primeira mulher transgênero, a primeira pessoa a se submeter a uma cirurgia de mudança de sexo. No entanto, Eddie Redmayne (encantador e surpreendentemente feminino) e Alicia Vikander (soberba) seguram o filme e nos cativam com seus respectivos talento e carisma.



A Grande Aposta – Um filme sobre a crise financeira de 2008 em que você, acredite se quiser, vai rir e provavelmente entenderá um “pouquinho que seja” sobre o mercado financeiro, principalmente quando Margot Robbie esclarece alguns tópicos em uma banheira seminua. Destaque para a atuação de Christian Bale e Steve Carrell.



Ex-Machina: Instinto Artificial – Ninguém viu esse  filme por aqui (chegou direto em DVD), mas recebeu duas merecidas indicações (Efeitos Visuais e Roteiro Original). O longa aborda a relação entre o homem e uma máquina com inteligência superior a do seu criador. Palmas para Alicia Vikander - que interpreta a robô -,  assim como em A Garota Dinamarquesa, rouba a cena com mais uma atuação digna de reconhecimento.

23 de dezembro de 2015

Melhores séries de 2015






O fim do ano chegou, é aquele momento de mostrar as séries que me conquistaram em 2015, infelizmente, não pude ver todos os seriados que eu tinha planejado, mas aqueles que consegui acompanhar e realmente gostei, estão na lista a seguir.






Sense8 - Ousada, libertadora, intrigante e envolvente, Sense8 foi a redenção dos irmãos Wachowski, que colecionavam fracassos cinematográficos desde o fim da trilogia Matrix. Sense8 ganhou a aprovação da crítica e do público e mal posso esperar pela segunda temporada.





Demolidor - Outra série incomparável da Netflix. A versão realista, crua e violenta do herói cego da Marvel, Matthew Murdock, confirma o compromisso do estúdio com a adaptação fiel de seus personagens e por isso, Demolidor, por enquanto, é a melhor série da Marvel, posto do qual vai ser difícil derrubar.


Melhores filmes de 2015!





O fim do ano chegou e com ele, a tradicional lista dos melhores e mais marcantes filmes de 2015! 


Mad Max - Estrada da Fúria:  A obra-prima enlouquecida e espetacular de George Miller revigorou o cinema de ação em 2015 e nenhum outro blockbuster causou tanta comoção, até a chegada de...




Star Wars - O Despertar da Força: A retomada da série mais cultuada da história agradou a todos e o novo longa não poderia ser melhor, com direção de um fã apaixonado, J.J. Abrams, o episódio VII faz jus à trilogia original, considera os elementos do passado e mira no futuro.




O Predestinado: Ao contrário das duas primeiras posições, quase ninguém viu este que é um dos filmes sci-fi sobre viagem no tempo mais inteligentes e intrigantes dos últimos tempos, e vai te deixar perplexo. Sem mais, assista.


21 de junho de 2015

As melhores obras das visionárias Wachowski




Com a estreia da arrebatadora série Sense8, produção muito bem recebida pelo público e que marca as pazes de Lana e Lilly Wachowski com o sucesso, resolvi listar as melhores obras das irmãs visionárias, pois a trajetória das roteiristas e diretoras não é calcada apenas por “insucessos” como aponta a mídia incansavelmente. Algumas produções, é verdade, foram fracassos de público e de crítica, mas nunca se deve dizer que suas obras são simplistas e preguiçosas, pelo contrário, sempre há algo visualmente espetacular, enredos intrigantes e complexos. 




Ligadas Pelo Desejo (1996): Antes de abalar a humanidade com Matrix, Lana e Lilly lançaram esta pérola dos anos 90. Ligadas Pelo Desejo (Bound) é um suspense muito bem executado sobre duas lésbicas que planejam roubar a máfia e fugir com o dinheiro. Jennifer Tilly e Gina Gershon protagonizam o filme e algumas cenas tórridas de sexo. O longa foi aclamado pela crítica na época e abriu as portas para as cineastas (eles, na época), em Hollywood. Se você não viu a obra, ASSISTA AQUI no You Tube há o filme completo e dublado.



Matrix (1999): Não tem o que falar muito de Matrix, apenas que este filme revolucionou Hollywood e mudou a forma de fazer o cinema de ação. Matrix foi um divisor de águas na sétima arte e ainda continua influenciando obras fílmicas, séries de TV e por aí vai. A complexa obra-prima das Wachowski mistura religião, filosofia e tecnologia e ainda nos presenteia com cenas de ação que nos surpreende até hoje, 16 anos após sua estreia.



Matrix Reloaded (2003): A continuação do filme estrelado por Keanu Reeves é ambiciosa e nos dá em grande escala tudo o que vimos em Matrix. As cenas de pancadaria são longuíssimas e digna dos melhores filmes de artes marciais. As cenas de ação são fenomenais – como a interminável sequência na rodovia. Tudo é mais e maior. Já a trama, só fica mais complicada. Como segunda parte de uma trilogia, não apresenta muitas respostas  acerca do conceito do que é a Matrix, mas diverte, enche os olhos e incita a massa cinzenta a funcionar. Revolutions, a última parte, estreou no mesmo ano, mas não empolgou muito, mesmo assim é uma trilogia obrigatória.




Speed Racer (2008): Depois de roteirizar o ótimo V de Vingança, as sisters comandaram este, que é o melhor “fracasso” cinematográfico da carreira delas. O público não “abraçou” o psicodélico filme do garoto Speed Racer, estrelado por Emile Hirsch e baseado em um famoso desenho animado.  As cores fortes, o estilo retrô e a narrativa inovadora, as cenas de corrida alucinantes espantaram o público. Ninguém estava esperando por tanta inovação. Uma pena. Gosto muito desse filme.



Sense8 (2015): A produção é da Netflix, mas não é menos ousado do que as outras obras cinematográficas de Lana e Lilly Wachowski. Sense8 - crítica aqui foi filmada em oito cidades diferentes espalhadas pelo mundo e é a produção mais “pé no chão” da dupla. A ficção científica conta a história de oito pessoas que têm suas mentes conectadas, o que possibilita compartilhar entre eles emoções e habilidades. A série tem personagens cativantes, momentos memoráveis e traz de volta aquela liberdade criativa que tanto apreciamos nas talentosas irmãs. 


25 de janeiro de 2015

4 Filmes Interessantes Que Você Não Viu em 2014






Se há muitos bons filmes que são lançados nos cinemas durante o ano, existem muito mais que não chegam nem perto do circuito comercial. Escolhi quatro obras peculiares e elogiadas pela crítica no ano de 2014, contudo, já estamos em 2015 e elas continuam desconhecidas por uma grande maioria. A culpa pode ser atribuída ao mercado de cinema que prioriza os blockbusters de grande apelo comercial e esquece dos pequenos "achados" que a sétima arte produz.





Locke - Um ator em cena, uma só locação. Toda a história do filme se passa dentro de um carro. Tom Hardy (Guerreiro), interpreta Ivan Locke, um homem que tenta resolver vários problemas por telefone enquanto dirige em direção a um lugar onde terá que lidar com um erro do passado. Dirigido por Steven Knight, Locke é claustrofóbico, tenso, totalmente dependente da atuação de Hardy, que compõe uma das melhores performances de sua carreira. Apesar de muito elogiado, o filme não tem previsão de estreia no Brasil, deve chegar direto em DVD em algum momento nesta vida, ou na outra. Veja o trailer.




O Predestinado (Predestination) -  Ethan Hawke (Boyhood) estrela esta surpreendente ficção científica australiana dirigida pelo The Spierig Brothers (2019 – O ano da extinção). O filme é desses que vai deixar você embasbacado, violentamente perplexo. Assistir O Predestinado apenas uma vez, será algo difícil de fazer. A trama, de forma bem resumida para revelar o mínimo possível, envolve um agente temporal (Hawke), que vai e volta no tempo, a fim de prevenir desastres. Para capturar um terrorista, ele pede a ajuda de uma mulher hermafrodita, interpretada brilhantemente pela atriz Sarah Snook. Para quem aprecia um filme que desafia a inteligência, O Predestinado é altamente recomendável. O thriller foi lançado direto em DVD no Brasil no fim do ano passado. Confira o trailer.




Frank - Michael Fassbender (Hunger) é o líder de uma banda e usa uma cabeça falsa gigante nesta produção britânica indie. Na história, Jon (Domhnall Gleeson) é um jovem tuiteiro e aspirante a compositor, e que um dia, por acaso, se depara com os integrantes da banda Soronprfbs. O garoto ruivo então é convidado a substituir o tecladista da banda, já que este tentou o suicídio. O longa se concentra na convivência de Jon, deslumbrado com Frank e a banda, e no seu processo de autodescoberta. Vendido como comédia, Frank está mais para um drama melancólico e esquisito, mas é um bom filme, principalmente para quem curte música. Ouvir o Fassbender cantando I Love You All, já vale o download ingresso. Frankassista o trailer  - está previsto para estrear em março nos cinemas nacionais, mas acho difícil.




O Senhor Babadook (The Babadook) – Aqui está outra obra cinematográfica da Austrália que não pode passar despercebida. Se você não leu a minha crítica sobre o filme, clique aqui - ou role a barra para baixo. Mas aqui vai uma breve introdução: The Babadook é um suspense psicológico centrado no relacionamento entre uma mãe depressiva e o filho de comportamento difícil, a relação piora quando uma força sobrenatural começa a assustá-los, o desespero e o medo, então, os obrigam a perpetrar atos inimagináveis. A fita foge da fórmula dos filmes de suspense de Hollywood, e  isto já é motivo suficiente para você vê-lo. Esta obra angustiante não foi lançada nos cinemas, mas já está disponível no Netflix.
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