Ben-Hur, o filme clássico de 1959 com Charlton Heston, é uma
obra grandiosa em todos os sentidos, até em sua duração, 212 minutos, ou seja, mais
de três horas e meia, é um épico legítimo do tipo que não se faz mais hoje em dia.
Logo, o novo Ben-Hur (2016), do diretor Timur Bekmambetov (responsável pelo ótimo O Procurado), não é tão grandioso assim, assemelha-se mais a Gladiador,
o que não é algo negativo.
É importante frisar que o novo filme não é uma refilmagem do
filme de William Wyler, mas sim uma nova versão da história contada no livro de
Lew Wallace, Ben-Hur: Uma história do Cristo. Segundo especialistas, este se
aproxima mais do livro do que a versão dos anos 50. Eu gosto muito da obra clássica, é um filme sensacional, desses para assistir e contemplar.

