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4 de setembro de 2014

Scarlett Johansson: Melhores filmes da nova heroína do cinema




De adolescente sonhadora em Mundo Cão à musa de Woody Allen, de heroína ruiva da Marvel à consagração como estrela de filmes de ação em Lucy, este belo post é dedicado a exuberante, talentosa e sensual Scarlett Johansson e seus melhores filmes. Para falar a verdade, citarei aqui os seus trabalhos que eu, particularmente, mais gosto. Priorizei ainda as suas atuações mais marcantes e os papéis mais desafiadores de sua carreira. 



Lucy (2014) – Dirigido pelo visionário Luc Besson (O Quinto Elemento), Lucy consagrou definitivamente a atriz em heroína de filmes de ação, processo este que teve início quando ela começou a integrar o elenco das produções da Marvel. O filme tem seus muitos méritos visuais e técnicos, é frenético como um bom filme do gênero pede, mas é Johansson a principal atração. Ver esta moça linda, loira e sexy, trocando socos e pontapés com marmanjos é um deleite inegável.



Sob a Pele (Under the Skin, 2013) – Esqueça a sensualidade comum da atriz nos filmes convencionais, em Sob a Pele, Johansson encarna uma alienígena fria e assassina de homens. Com cabelos pretos, uns quilinhos a mais e poucos diálogos, a "morena" cumpre com louvor o desafio de atuar em um papel ousado e muito diferente do que está acostumada a fazer. O filme é bem difícil, indicado a pessoas que gostam de fugir do cinema óbvio.



Ela (Her, 2013) Nessa bela história de amor de Spike Jonze, Johansson é Samantha, ela está sempre sussurrando no ouvido de Theodore (Joaquin Phoenix) e faz com que ele volte a sorrir, a gostar mais da vida. Mas Samantha não é uma pessoa, é um sistema operacional com inteligência artificial e a voz rouca de Johansson. Em Ela, a atriz não aparece em “corpo”, apenas ouvimos a sua voz inconfundível, mas é inquestionável ouvir e sentir a sua atuação a partir da entonação de voz. Um ótimo trabalho!



Os Vingadores (The Avengers, 2012) – A Viúva Negra (Johansson) já havia aparecido em Homem de Ferro 2 e conquistou o público de imediato, mas foi nesta perfeição do cinema chamada Os Vingadores, que a personagem ganhou mais força junto ao público e dentro do universo Marvel. Graças à incrível capacidade do diretor Joss Whedon de trabalhar com múltiplos protagonistas, Viúva Negra tem sua importância na trama e não se deixou ofuscar pelos outros heróis em cena. A loira, que aí está ruiva, estava se tornando especialista em papéis de mulheres fortes e heroínas.



Trilogia Woody Allen: Match Point (2005), Scoop: O Grande Furo (2006), Vicky Cristina Barcelona (2008) - Sensualidade e senso de humor, são as principais características das personagens de Scarlett nos três longas - imperdíveis - de Woody Allen. Em Match Point, Johansson seduz e é seduzida por um homem rico e vive uma história de amor perigosa e trágica. Na comédia Scoop, ela vive uma estudante de jornalismo e cisma ter descoberto um serial killer. Hugh Jackman é seu par romântico nessa deliciosa fita. Já em Vicky Cristina Barcelona, Johansson esbanja sensualidade - sério!? - e dar vida à personagem Cristina, de férias em Barcelona, ela se encanta com Javier Barden e se envolve num quadrado amoroso complicado e provocante.




A Ilha (The Island, 2005) – Antes de tornar heroína de longas de ação com Lucy, Scarlett já havia experimentado o “ofício” com o maior "mestre" do gênero, Michael Bay. Em A Ilha, a loira vive um clone, uma garota ingênua, que passa todo o filme correndo para encontrar a sua “versão original”. Estrelado também por Ewan McGregor, A Ilha é um dos poucos bons filmes do diretor, e não exagero em dizer, é anos-luz superior aos três últimos da saga Transformers, a ação ainda é desenfreada, é verdade, mas também conta com um roteiro inteligente, não cansa e ainda tem um plus, a Scarlett embelezando a tela.




Também recomendo outros filmes da musa: Como Não Perder Essa Mulher, Mundo Cão, Malditas Aranhas, Encontros e Desencontros, O Grande Truque, Capitão América: O Soldado Invernal.

Qual o seu favorito?

22 de julho de 2014

Transformers: A Era da Extinção




A Era dos Excessos. Assim deveria se chamar o quarto filme da franquia bilionária dos robozinhos coloridos comandada pelo exagerado Michael Bay. Transformers: A Era da Extinção (2014) é o primeiro capítulo de uma nova trilogia (WHAT?!!!), segundo o anúncio do próprio diretor. Daí você me pergunta: E quem vai aguentar mais dois filmes de três horas sobre robôs gigantes lutando incansavelmente até a cidade estar completamente destruída? A resposta é simples: Muita gente. Queira você ou não, a franquia é um sucesso de bilheteria irrefutável, e isso significa que o público adora um “mais do mesmo”, um “arroz com feijão requentado trezentas vezes”, afinal, por que arriscar ir ao cinema assistir a um filme desconhecido se Transformers oferece e garante ao espectador, um espetáculo visual de encher os olhos e cenas de ação ininterruptas.


Muitos podem criticar Michael Bay pelos seus trabalhos, mas ele realmente conhece muito bem o seu público-alvo e lhe dar exatamente o que quer. Não digo que Bay é um péssimo diretor, ele é mestre no gênero no qual se consagrou e fez alguns dos melhores filmes de ação dos anos 90, A Rocha e Armageddon, e antes de entrar na saga robótica, realizou o seu melhor trabalho até agora segundo eu mesmo, o excelente A Ilha, de 2005. O que quero dizer é que o cineasta pode sim fazer filmes bons, mas infelizmente ele sucumbiu ao comodismo e ficou preso à fórmula pra lá de gasta da saga Transformers. E ele sabe da sua condição, a prova disso é um comentário de um personagem no filme que diz, "os filmes de hoje são um problema, só fazem sequências e refilmagens de mau gosto".

 Bay e Walhberg no set


Se você viu os filmes anteriores, então já sabe tudo o que vai acontecer, nem preciso falar muito do roteiro, que é um fiapo né! Humanos e robôs/carros se unem contra humanos maus e robôs maus para salvar a Terra da aniquilação, mas não sem antes destruir uma cidade inteira. O que muda nesta nova “fase” são as personagens. Sai o engraçadíssimo Sam Witwicky (Shia Labeouf) e entra o brucutu Cade Yeager, interpretado por Mark Wahlberg. Nicola Peltz (de Bates Motel) vive a filha de Wahlberg e o galã Jack Reynor, o namorado dela. Nenhum deles tem carisma e nem nos fazem rir como o atrapalhado do Sam e a sua família doida.


A Era da Extinção além de pecar pelos excessos, seja nas batalhas intermináveis e cansativas, na fixação do diretor em filmar no pôr do sol ou na própria duração do filme, são quase três horas de barulho e caos, este quarto capítulo falha também em tentar ser engraçado, a personagem de Stanley Tucci é o que mais tenta, consegue algumas vezes, mas soa forçado na maior parte do tempo, a culpa nem é do ator, mas do roteiro fraco. 

 Novos personagens, a mesma história

Transformers 4, no entanto, além de tecnicamente impecável, tem seus bons momentos, como quando Wahlberg sai no braço com um dos vilões enquanto vai descendo os prédios singulares da China e a sequência impressionante em que automóveis e navios são sugados pela nave alienígena, levados às alturas e largados novamente no solo. Em resumo, o novo Transformers diverte as crianças e a quem nunca viu nenhum filme da saga, mas cansa a mente e os ouvidos daqueles corajosos que já assistiram a todos os outros anteriores e que foram ver este capítulo com uma centelha de esperança de que Michael Bay faria algo diferente e mais divertido, assim como foi o primeiro filme.


NOTA: 4,0
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