Podem ficar aliviados, Star Wars –
O Despertar da Força (The Force Awakens, 2015) é um filmaço, um aventura digna
da trilogia clássica iniciada nos anos 70 e infinitamente superior aos
capítulos I,II e III, juntos. J. J. Abrams une o “novo” e o “antigo” –
respeitando a mitologia da série – e deixa os fãs saltitantes de felicidade.
Nunca duvidei da genialidade de
J. J. Abrams, se há alguém que poderia assumir o desafio de comandar uma das
sagas mais famosas e duradouras do cinema, seria ele, não tinha escolha mais
certa, afinal, o cara é nerd assumido - graças a Vader - e “ressuscitou” outra franquia de sucesso:
Star Trek. Sou o maior fã de Abrams, ele
nunca “errou a mão” - ao menos à frente da câmera - , criou três séries sensacionais – Alias, Lost e Fringe – nos
presenteou com o nostálgico Super 8,
produziu o perturbador Cloverfield e claro,
mostrou a Enterprise para uma nova geração e me fez um trekker dos mais
fervorosos.
