Há cinco anos Ridley Scott retomava a franquia Alien
com Prometheus, uma obra indigesta e confusa, ninguém “abraçou” o teor
existencialista da ficção que apresenta apenas ameaças e promessas (não
cumpridas). Agora, em Alien: Covenant (2017), Scott faz o
oposto e literalmente “toca o terror” em um filme visceral e sangrento.
Alien: Covenant não é melhor ou
tão bom quanto o original de 1979 (a crítica especializada é muito ingênua ao esperar isso), na verdade, não precisa ser, o mais importante é que Covenant é
muito superior a Prometheus. E isso já basta.

