Em 2005, Kong: o rei dos macacos
voltou aos cinemas em uma aventura grandiosa pelas mãos de Peter Jackson, dois
anos após o fim da trilogia de O Senhor dos Anéis. King Kong é grandioso mesmo,
em vários sentidos, além da duração de mais de 3 horas de filme, a obra tem a magnificência
a qual Jackson impôs em suas obras tolkienianas. Apesar de pouco lembrado hoje
em dia, King Kong continua com sua aura épica, é um drama que explora a fundo
seus personagens, e também uma aventura de tirar o fôlego, com sequências de
ação memoráveis e efeitos visuais estarrecedores, típico de uma obra de Jackson.
Doze anos depois, o macaco mais
emblemático do cinema retorna, imenso, em Kong: A Ilha da Caveira (Kong:
Skull Island, 2017), sem a cara de “clássico” do épico de Jackson, mas ainda assim, é uma empolgante e despretensiosa aventura.

