Contém spoilers!
Esquadrão Suicida (Suicide Squad, 2016) é uma tragédia
anunciada. Vendido como “subversivo”, a nova aposta cinematográfica da DC
Comics é convencional demais, tão convencional que chegar a doer. Nunca tive
altas expectativas acerca desse filme, e quando foi divulgado que a sua classificação indicativa seria para maiores de 12 anos, senti que algo estava errado com essa adaptação, que não era uma adaptação comum, mas uma repleta de
anti-heróis “subversivos”. Resultado: todos esperavam um “Deadpool” e se
depararam com um episódio longo de “Power Rangers”. Ou seria "Batman & Robin"?. Bem feito.
Vamos aos problemas, que não são poucos. Os heróis de
Esquadrão Suicida não têm nada de “anti”: são sentimentais, choram por
crianças, carregam bichinho de pelúcia e se autodenominam “família” – alguém aí lembrou
de Velozes e Furiosos?. A personagem
de Viola Davis – responsável por recrutar o grupo de criminosos – é mais
implacável e temida que todos eles juntos.

