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18 de dezembro de 2012

As Melhores Séries de 2012

1- Homeland - A série que tem como plot principal um iminente atentado terrorista em solo americano continua com a mesma qualidade apresentada na primeira temporada. Claire Danes e Damian Lewis em atuações impecáveis, e um roteiro que sempre nos pega de surpresa. O único ponto negativo, a filha insossa e inexpressiva do Sgt. Brody (Lewis), que nessa temporada ganhou um espaço maior na trama, mas não é nada que interfira na perfeição da série.




2- American Horror Story: Asylum - A série/pesadelo de Ryan Murphy retornou nesta segunda temporada mais sádica e trash como nunca imaginávamos. O ambiente agora é um hospício comandado por freiras, além das criaturas anormais que vivem no local, a  série ainda traz os diversos tipos de representantes do mal, como o nazismo, extraterrestres, freiras possuídas por demônios, serial killers, tem de tudo. É a série mais angustiante do ano. Superar esta temporada cheia de reviravoltas e com uma trama intrincada que nunca sabemos o rumo que vai levar,  será uma tarefa dificílima.



3- Nashville – Mesclando política e música, esta é uma das séries estreantes mais bem produzidas e escritas do ano. Connie Britton e Hayden Panettiere são duas artistas country em dois momentos distintos de suas carreiras, uma está no auge, a outra em tempos de “greatest hits”. Os atores coadjuvantes também esbanjam simpatia, e tem as lindas e honestas músicas country que permeiam todos os episódios, uma das séries mais agradáveis em exibição. Vida longa à série.



4- Dexter – O psicopata mais querido da TV está mais abusado, seu segredo já não é tão secreto assim e está apaixonado por uma linda assassina, interpretada pela Ivonne Strahovski (da série Chuck), desde então uma das personagens mais interessantes de toda a série. Dexter também está prestes a ser descoberto pela polícia e dessa vez é pra valer. É por causa disso tudo e o final tenso e bombástico, que a sétima temporada de Dexter foi genial e recuperou o fôlego perdido nos últimos dois anos da série.





5- Glee – Desde a metade da terceira temporada Glee tem se mantendo numa ótima fase, os roteiristas andam menos preguiçosos e mais corajosos. A escolha de Ryan Murphy em criar um núcleo em Nova York – composto por Rachel e Kurt – fora dos muros do colégio tem dado uma dinâmica incrível à série nesta quarta temporada, particularmente estou adorando os dramas dos formandos. A cada episódio, fica evidente o esforço que Murphy tem feito para que Glee não fique repetitiva, e é por isso que a série figura aqui neste top.




6- Once Upon a Time – A série continua mágica em sua segunda temporada.  Aqui o mundo da fantasia é um só, e todos os personagens dos contos de fadas se conhecem, só em OUAT você vai ver o Capitão Gancho no País das Maravilhas. Muitos podem torcer o nariz para essas “liberdades criativas”, mas é justamente essa  “salada fantástica” que está o encanto da série, além de seus personagens carismáticos obviamente, como o casal Branca de Neve e o Príncipe David, que formam a dupla mais bonita e graciosa da TV.





7- Game of Thrones – Grandiosa. Esta é a palavra  que define a segunda temporada da série, bem melhor que a temporada anterior. Com uma produção rica em detalhes e cenários descomunais, Game of Thrones é uma série de contemplação, é fato, mas o pacote ainda conta com um roteiro que amarra bem as incontáveis personagens e as dezenas de subtramas. O drama épico prova ser digno do incontestável selo de qualidade da HBO. Uma pena que 10 episódios por temporada seja muito pouco.




8- Sherlock - Uma das séries inglesas mais cultuadas e elogiadas do momento, evidentemente não poderia ficar de fora dessa lista. Se você acha a versão de Sherlock Holmes de Robert Downey Jr sensacional, é porque não viu Benedict Cumberbatch na pele do detetive excêntrico. O mesmo digo da versão de Martin Freeman – protagonista de O Hobbit – para o Dr. Watson, melhor amigo de Holmes. A dupla têm uma química invejável, é o principal trunfo do programa. Divertida, esperta e surpreendentemente insana, assim é Sherlock.




9- Fringe – Com uma narrativa que veio se reinventando ao longo das cinco temporadas, Fringe se firmou  como uma das séries scifi mais inteligentes da telinha, mas é tão desvalorizada pelo público americano que ela está chegando ao fim, a última temporada termina em janeiro de 2013, mas ao menos a série terá um desfecho digno, com um final programado.  Fringe não está aqui apenas pela ousada e futurística quinta temporada, mas pela ótima quarta temporada, e por todas as outras anteriores. A inovação sempre foi uma característica da série,  algo pelo qual sempre será lembrada. Fringe já é cult, e vai deixar saudades.




10- Hunted – Uma das estreias mais originais de 2012. Hunted é uma série de espionagem e conspiração protagonizada por Melissa George. No melhor estilo Alias (aquele seriado de ação com a  Jennifer Garner), a série inglesa se destaca pela sua frieza, violência e o enredo intrincado, mas é um prato cheio para quem busca ação e suspense adulto. A série quase foi cancelada, mas foi salva pelo canal Cinemax que vai dá outra chance a ela. A segunda temporada estreia no ano que vem.


Outras séries que não estão no TOP 10, 
mas que me conquistaram neste ano de 2012:

Para rir e se distrair:  

Bunheads, Awkward, The Neighbors, Veep.

Para quem deseja uma série de ação e suspense em doses cavalares, seja com um super-herói de arco e flecha, lobisomens teens ou traficantes de meta:  

Arrow, Teen Wolf,  Breaking Bad.


19 de outubro de 2012

Conheça as novas séries mais promissoras do ano





- Arrow: Com o fim de Smallville, o canal CW quis preencher o vácuo com outra série de heróis, o personagem que ganha as telas agora é o Arqueiro Verde. O primeiro episódio já me agradou. O canal acertou em cheio, Arrow surpreende, é mais adulta, violenta e menos inocente que Smallville. O protagonista Oliver Queen/Arqueiro Verde, é vivido por Stephen Amell, que já fez diversas participações na TV, sua atuação não é inspirada, também não compromete em nada a série, cá entre nós, analisar a atuação do cara é a última coisa que os espectadores querem fazer e saber, não é? Oliver é um rapaz rico que após um acidente que matou seu pai e uma “amiga", é dado como morto e fica desaparecido por cinco anos. Então, num belo dia de sol, ele retorna para colocar a sua máscara, se mune de arco e  flecha e vai combater o crime. Mistérios e draminhas envolvendo a família do herói, mais as cenas de ação empolgantes, Arrow é um ótimo passatempo e deve ser um dos sucessos da temporada. Tem trailer legendado aqui!


- Nashville: Começou a batalha das divas country na TV. Resumidamente, este é o plot principal da elogiada série Nashville, que estreou este mês, mas já conquistou a crítica e eu também, com apenas um (ótimo) episódio exibido, e visto, por este que vos fala. Connie Britton (American Horror Story) e Hayden Panettiere (a cheerleader de Heroes) são duas cantoras de música country, a primeira interpreta Rayna, a artista veterana, cuja carreira já começa a sinalizar decadência, a outra se chama Juliette, faz o estilo Taylor Swift, estrela jovem em ascensão e bastante popular, porém, bem menos talentosa que a sua rival “madura” e super adepta do autotune (não, não acho que a Taylor use esse recurso). A série me cativou por diversas razões, as boas atuações, a trilha sonora country onipresente e deliciosa, um roteiro bem construído e por mostrar o universo musical de uma forma impiedosa e bastante condizente com a realidade. Parece que a suposta rivalidade entre artistas pop inspirou uma série que tem tudo para ganhar vida longa nas telinhas. Dá uma espiada no trailer.


- Hunted: Com Frank Spotnitz, um dos produtores de Arquivo X nos créditos, e um jeito bem Alias de ser (aquela espetacular série de espionagem com Jennifer Garner), Hunted é sinônimo de originalidade e frescor na TV. Para quem está saturado do “arroz com ovo” dos seriados americanos, a série é ideal,  não por acaso, o programa é britânico, exibida pelo canal BBC. Hunted mostra sua ousadia já nos primeiros vinte minutos do primeiro episódio. Com pouquíssimos diálogos, uma fotografia esverdeada e obscura,  conhecemos a protagonista Samantha (Melissa George, que também participou de Alias) numa missão de resgate, a sequência é repleta de tensão, suspense, ação e reviravoltas de cair o queixo, é isso mesmo, e só estamos nos primeiros minutos da série, estamos completamente “perdidos”, nada sabemos da trama, exceto por Samantha ser uma espiã habilidosa ao extremo e que foi traída por seu namorado. Hunted é direta, violenta, crua, complexa, uma experiência inusitada. A primeira temporada já está fechada pela emissora (viva!), e terá um total de oito episódios, com duração de aproximadamente uma hora cada. Oh, o trailer!


- Revolution: O que seria de nós se a energia elétrica acabasse de uma hora para outra, sem qualquer explicação? Essa é a ideia principal da nova série de J J Abrams, Revolution. Apesar de ter um piloto fraco, eu garanto, esse drama pós apocalíptico é bem superior à outra empreitada televisiva do produtor, Alcatraz, um fracasso retumbante do início do ano. Revolution tem boas cenas de ação, é repleta de reviravoltas, e como em Lost, novos elementos são adicionados à trama a cada episódio e a narrativa alterna entre o presente e o passado. Mesmo com um início não muito empolgante, a série vai ficando melhor nos episódios seguintes, e ao contrário de Alcatraz, a trama tem potencial e parece rumar um caminho certo já estabelecido. O drama de ação scifi ganhou temporada completa de 13 episódios, vamos torcer para que a série tenha sucesso e não “se perca” até o final da temporada. Confere a prévia.


- 666 Park Avenue: Eu sei que é cedo, mas com quatro episódio exibidos, 666 Park Avenue pode ser considerada uma grata surpresa, ao menos para mim, que não esperava nada da série. É um seriado de terror e suspense, é um equívoco compará-lo com American Horror Story, até porque AHS é bizarro demais e tem um estilo inigualável. A trama? Ah, Jane e Henry são um casal que se mudam para um prédio antigo e luxuoso de Nova York, onde se tornam síndicos. Terry O´Quinn (Lost) interpreta o dono do prédio, o capeta em pessoa, que oferece a  seus inquilinos a realização de desejos por meio de um pacto com o diabo. Ok, a história não é nada original, transbordam clichês,  mas prende a atenção do começo ao fim, tem personagens carismáticos, Terry está ótimo em (mais) um papel enigmático, tem aqueles momentos angustiantes e cenas de suspense hipnotizantes, ideal para quem ama o gênero. Uma série bem descompromissada. Gostei. Veja o trailer sinistro.

Outras duas séries também merecem serem listadas aqui, a comédia gay The New Normal, e o thriller de ação e conspiração Last Resort, duas séries envolventes e de qualidade. Clique nas fotos e veja o trailer.



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