Páginas

Mostrando postagens com marcador tom cruise. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tom cruise. Mostrar todas as postagens

15 de agosto de 2015

Missão: Impossível – Nação Secreta - Um filme de ação diferenciado




Tom Cruise é o ator mais corajoso do cinema, isso é inquestionável, que outro astro arrisca a vida dispensando dublês pulando de arranha-céus e se pendurando em aviões em movimento? A arrepiante sequência inicial de Missão: Impossível - Nação Secreta (Mission: Impossible - Rogue Nation, 2015) é justamente essa do avião, que por si só, já vale a pena ver o filme. Esse é o quinto capítulo de uma das franquias mais sólidas do cinema, que até agora, não tem sequer um filme ruim.

Brian De Palma, John Woo, J. J. Abrams e Brad Bird foram os diretores que já imprimiram o seu estilo em cada um dos filmes da saga de Ethan Hunt,  agora, Christopher McQuarrie (do ótimo Jack Reacher, também com o Tom Cruise e a exuberante Rosamund Pike) dá o seu toque em Missão: Impossível - Nação Secreta e realiza uma obra baseada em um jogo de aparências repleto de intrigas no qual ninguém é confiável.


Na trama, a MI6 é desmantelada e obriga Ethan Hunt a agir sozinho, além de perseguir uma rede criminosa chamada Sindicato, o agente ainda é caçado pela CIA. Ethan continua contando com a ajuda de Jeremy Renner (Brandt), Ving Rhames (Luther) e Simon Pegg (Benji), que ganha maior destaque na série - ebaaa - e é responsável pela parte cômica. Mas com os recursos escassos, Hunt vai precisar também da ajuda da misteriosa e sedutora Ilsa Faust, personagem de Rebecca Ferguson (de The White Queen e Hércules) que rouba a cena e os nossos corações.  

McQuarrie já se mostrou um diretor de ação diferenciado em Jack Reacher, em Nação Secreta, ele cria as sequências de suspense e de ação mais fantásticas e engenhosas do ano: a longa sequência nos bastidores de uma ópera, a missão de Hunt debaixo d´água - que nos deixa até sem fôlego - e a visualmente bela sequência em Londres. 


As cenas de ação diferenciadas e detalhadamente planejadas, a recusa do uso de dublês, a escolha minuciosa do diretor, entre outras coisas, apenas ressalta a preocupação do Tom em estar sempre renovando a franquia e entregar aos fãs nunca o “mais do mesmo”, mas o melhor filme da saga ou o melhor filme de ação do momento, por isso, apesar de ser o quinto capítulo, Nação Secreta, que já pode ser considerado um dos melhores da franquia, revigora a série e traz um genuíno filme de ação, sem excessos e com a proposta de dar ao espectador algo mais substancial e diferente das produções recentes do gênero.

E Tom Cruise, claro que eu ia falar dele, bom, o ator com 53 anos continua em plena forma e perfeito na pele do herói e mostra que ainda tem pique para mais algumas sequências. E que venham mais boas e surpreendentes missões impossíveis pela frente...Veja o trailer!

NOTA: 9,0

8 de junho de 2014

No Limite do Amanhã




Uma ficção científica com muita ação e roteiro inteligente, mas que escorrega no seu clímax, assim é No Limite do Amanhã (Edge of Tomorrow,2014), novo filme do carismático Tom Cruise.  O astro do sorriso largo escolhe muito bem seus projetos, seus últimos três filmes, Jack Reacher, Oblivion e este, podem não ter tido sucesso absoluto de crítica ou de público, mas ressalta o esforço do ator em trabalhar com roteiros engenhosos e material inédito. 

Para mim, dos seus últimos trabalhos, Jack Reacher é o que me agrada mais, Oblivion é confuso demais e No Limite de Amanhã, bem, é um bom filme, mas me deixou uma sensação de que poderia ser bem melhor. Cruise é um dos meus atores preferidos desde sempre, um dos mais simpáticos e queridos de Hollywood, isso é incontestável, então, sempre que há um novo trabalho do Mr. Show Me The Money, eu tenho que conferir.

 Cruise vive. morre. repete.

Comandado por Doug Liman, diretor dos divertidos Vamos Nessa e Sr. e Sra. Smith, No Limite do Amanhã começa quando um profissional de Relações Públicas, Cage, papel de Cruise, é obrigado a ir para a linha de frente numa batalha entre humanos e seres alienígenas. Sem qualquer experiência em combate, Cage veste o seu exoesqueleto, se junta a outros milhares de soldados e cai de paraquedas num cenário de guerra impiedoso e violento que muito se assemelha ao início de O Resgate do Soldado Ryan.

Após ser morto, Cage acorda novamente no dia anterior. E tudo se repete, uma, duas, três, milhares de vezes, e assim, o personagem descobre que esta sua habilidade de voltar no tempo pode ser a chave para ganhar a guerra contra os aliens. A grande sacada do filme é que as repetições não cansam de modo algum o espectador, detalhes simples como o cansaço do personagem, momentos cômicos e frustrantes do protagonista faz com que a gente perceba que houve uma mudança no tempo.

 Emily Blunt sensualizando em modo repeat

Cruise tem uma atuação notável, repetir a mesma cena inúmeras vezes, mas demonstrando em cada uma delas emoções distintas de forma sutil, não é tão simples assim. Emily Blunt também não fica atrás, Vrataski, sua personagem guerreira e fria, nada lembra a “simpática” Emily, secretária de Miranda no sucesso O Diabo Veste Prada.

A trama futurística parece confusa, mas não é, a princípio, Liman conduz o filme com muita firmeza e objetividade, as cenas de ação são bem elaboradas e surpreendem, o alienígena também é outro elemento muito interessante e diferente de tudo já visto em produções do gênero, mas em seus momentos finais, o longa derrapa feio e se rende aos clichês. A inteligência e a ousadia presente no roteiro na sua fase inicial deu lugar ao lugar comum, o óbvio, o “arroz com feijão”, a batalha na cidade de Paris não empolga, porque já vimos algo semelhante em centenas de outros blockbusters por aí. Tudo é muito previsível. E no fim da sessão, fiquei com uma ideia na cabeça, pensando de que forma No Limite do Amanhã teria um final mais satisfatório e menos preguiçoso.

NOTA: 7,0

17 de fevereiro de 2013

Paul Thomas Anderson e os personagens marcantes de seus filmes



Um dos meus diretores favoritos, Paul Thomas Anderson, saiu do cinema independente, apesar da curta filmografia, é um dos queridinhos da crítica. São características de seus trabalhos o elenco grande e recheado de estrelas, a presença de muitos diálogos, os longos takes, e drogas, sexo e outros temas polêmicos, permeiam suas produções que geralmente beiram as três horas de duração. 

Apesar de ter sempre os seus trabalhos aclamados, nunca levou o Oscar de Melhor Diretor ou de Roteiro Original para casa. Para mim, uma das principais características do Paul é a de extrair atuações extraordinárias de seu elenco masculino, é justamente esta abordagem que vou tratar aqui. Aproveitando a indicação ao Oscar de Melhor Ator para Joaquin Phoenix, de seu último filme, O Mestre, os dramas anteriores de PTA nos presentearam com performances inesquecíveis e marcantes de atores que nos tocaram por várias razões, seja pela ousadia de certos astros na interpretação de tipos incomuns ou pela intensidade dramática de um personagem.



Dirk Diggler (Boogie Nights: Prazer Sem Limites, 1997)  -  Foi com essa obra-prima sobre os bastidores do mundo pornô que Paul Thomas Anderson chamou a atenção e se transformou em um dos mais promissores diretores de Hollywood. Foi aqui também, que Mark Wahlberg, antes de se enveredar pelos filmes de ação, mostrou competência na arte de atuar. Mark interpreta Eddie, um lavador de pratos e constantemente humilhado pela mãe por sua vida acomodada. A vida do rapaz muda radicalmente quando um diretor de filmes pornôs o encontra e sente que por trás do jeans do garoto se esconde um instrumento muito “poderoso”. Eddie adota o nome de Dirk Diggler e se torna a maior estrela pornô dos anos 70. Boogie Nights mostra os dias de luxo e glamour do astro até o seu declínio em razão das drogas. Wahlberg conquistou a crítica com o seu desempenho aplicado e sensível. Diggler continua sendo um dos seus (poucos) papéis realmente relevantes no cinema.


Frank Mackey (Magnólia, 1999)  - Este poético e complexo filme é o meu favorito do diretor. Embora tenha incontáveis personagens e um elenco bem harmonioso, é Tom Cruise, vivendo um guru do sexo chamado Frank Mackey que se destaca. Assim como Mark Walhberg nos surpreendeu em Boogie Nights, o astro de Missão Impossível nos impressionou com um personagem ousado e diferente de tudo que já tinha feito. Paul Thomas Anderson escreveu o personagem especialmente para o ator, e Cruise o agarrou com unhas e dentes e o fez de uma forma inesquecível. Mackey nos faz rir, chorar e até cantar. O que? Não viu esse filme ainda? Não sei o que você está esperando...


Eli Sunday (Sangue Negro, 2007) – O personagem que vou citar neste drama carregado sobre petróleo versus religião não é o protagonizado por Daniel Day-Lewis, mas o de seu antagonista, Eli Sunday, vivido com garra e intensidade pelo ainda desconhecido, mas talentoso, Paul Dano (Pequena Miss Sunshine). Eli Sunday é um fanático religioso que está sempre em pé de guerra com Daniel Plainview (Lewis), um homem rancoroso e ambicioso que perfura terrenos em busca de petróleo. As cenas entre eles são carregadas de tensão e ódio, como a antológica cena do batismo de Daniel ou a chocante cena final. Não é exagero eu dizer que Paul Dano se destaca mais que o estimado Daniel Day-Lewis, ambos apresentam performances arrebatadoras, mas quando os créditos sobem, é Paul, não o ator, mas o seu personagem, que fica na nossa memória.


Freddie Quell (O Mestre, 2012) – Joaquin Phoenix merece levar o Oscar de Melhor Ator este ano. Sua atuação é um assombro. Freddie anda como se carregasse o mundo nas costas e fala torto como estivesse sempre bêbado, estes são detalhes físicos incorporados pelo ator que já lhe valeriam o Oscar. O Mestre é um filme estranho, não muito tolerável para quem desconhece o estilo do diretor, porém, é Joaquin Phoenix a melhor coisa da produção, seu personagem é explosivo, um alcoólico inveterado e imprevisível, é sua presença em cena que nos prende a  atenção. Se em Gladiador, Joaquin brilhou como o vilão do épico de Ridley Scott e quase  roubou a cena de Russel Crowe, agora ele tem todos os holofotes para si e os aproveita muito bem, ele ofusca até o seu parceiro Philip Seymor Hoffman, o “mestre” do título.

21 de março de 2012

Shame e o cinema sem vergonha


Com a estreia de Shame, filme que trata sobre compulsão sexual, me senti inspirado a escrever algo sobre o tema, sexo. Então selecionei algumas películas "picantes", outras nem tanto, que abordam a sexualidade  seja de uma forma direta ou indireta, mas que têm aquelas cenas bem sensuais e bastante sem vergonha que a gente gosta de ver. Atenção: Os próximos filmes contêm cenas inadequadas para menores de 18 anos, como por exemplo, sexo explícito, nu frontal, atores "pornôs", violência sexual, intrigas, libertinagens em grupo e o beijo lésbico mais invejável do cinema.



Shame (2011) – Michael Fassbender (X Men: Primeira Classe) em certa cena protagoniza um dos momentos mais perturbadores do filme, em um ménage à trois, seu personagem faz sexo com intensidade e raiva, sua feição demonstra um misto de prazer e de dor, pois é neste momento que ele percebe que realmente tem um problema, um vício que é mais forte que ele. Brandon (Fassbender) é viciado em sexo, do tipo que contrata prostitutas diariamente, se masturba em todos os lugares possíveis e tem o PC sujo, repleto de obscenidades. Sua solidão e privacidade acabam quando ele recebe a visita inesperada de sua irmã Sissi (Carey Mulligan, de Drive). As causas dessa compulsão sexual de Brandon é implícita (eu tenho alguns palpites bem controversos), porém  os efeitos deste comportamento foram priorizados pelo diretor Steve McQueen (Hunger, também com Fassbender, tem crítica AQUI) que os estampam na tela. Provocante, forte, reflexivo, Shame ainda apresenta atuações intensas de Fassbender e Mulligan, ambos bem à vontade nas cenas de nu frontal.



Segundas Intenções (1999) – Kathryn (Sarah Michelle Gellar) é mimada, sexy, dissimulada e perigosa.  Num dado momento ela se deita em cima de Sebastian (Ryan Phillippe) e se esfrega  nele, em meio a gemidos e conversas sussurradas ela faz movimentos sensuais e bem sugestivos, levando-o à loucura. Em outra cena inesquecível, Kathryn ensina a inocente Cecile (Selma Blair) a beijar, algum tempo depois elas protagonizam uma das cenas de beijo lésbico mais bacanas e sensuais do cinema. Este thriller cheio de intrigas ainda conta com Reese Whiterspoon, como objeto de desejo de Sebastian e de repulsa de Kathryn, the bitch. Segundas Intenções tem a trilha sonora cheia de hits dos anos 90 como a música Bitter Sweet Symphony, do The Verve. Vem ver o beijo AQUI!



Boogie Nights: Prazer sem Limites (1997) – Mark Walhberg interpreta Eddie, um lavador de pratos sem perspectiva de vida. Seu encontro com um magnata da indústria pornográfica transforma radicalmente sua vida. Eddie muda de nome, passa a se chamar Dirk Diggler e se converte num dos maiores atores pornôs da década de 70. Ele é dono de um enorme talento, se é que me entendem. Ah, e sim, não se preocupem, o seu “instrumento de trabalho” é mostrado, não se assustem. Num mundo regado a muito sexo, drogas e disco music, acompanhamos a trajetória de Eddie, os seus tempos de glória até a sua decadência. Wahlberg prova que é um bom ator quando se tem um diretor exigente e não é ofuscado em nenhum momento pelo elenco estelar que inclui Julianne Moore, Burt Reynolds, Don Cheadle, Philip Seymour Hoffman e muitos outros. Assista ao trailer.



De Olhos bem fechados (1999) - Num certo momento deste drama bizarro de Stanley Kubrick, o personagem de Tom Cruise chega numa mansão luxuosa, ele está usando máscaras, assim como todos os outros convidados dentro do casarão. O que parece ser um culto satânico, logo se transforma numa orgia sexual generalizada protagonizadas por homens da alta sociedade, desnudos e apenas com máscaras tapando seus rostos para preservarem suas identidades, realizam sexo em duplas, em grupos e estão despidos de qualquer racionalidade.  Toda essa cerimônia sexual começa a atormentar o Dr. Bill (Cruise) deixando-o reflexivo, confuso, mais atento ao mundo de intrigas, sexo e repleto de mistérios que ele antes não conseguia enxergar. De Olhos bem Fechados não é um filme fácil, seu ritmo é lento e seus personagens complexos, em sua essência trata-se de uma obra sobre desejo, traição, relacionamentos e mostra como a natureza humana pode ser sombria. Tem trailer AQUI!



Anticristo (2009) – No prólogo deste polêmico filme de Lars Von Trier somos agraciados com uma cena belíssima de sexo explícito em câmera lenta e em preto e branco entre os personagens de Willem Dafoe e Charlotte Gainsbourg. No entanto, as cenas de sexo na meia hora final do longa  já não nos excita, nos repugna, choca e nos faz querer desviar os olhos da tela. Este thriller psicológico conta a vivência do casal numa cabana perdida no meio do mato, levada lá pelo marido com o propósito de curar a depressão da personagem de Charlotte, devastada após a morte do filho. O estado emocional e psicológico da mulher agrava lentamente e ela começar a forçar o marido a fazer sexo para compensar a dor que está sentindo. Anticristo é um filme corajoso, violento, com uma carga emocional fortíssima, cenas brutais de sexo que permearão sua mente por semanas. A fotografia, o clima melancólico e quase sufocante, culpa também do ambiente onde se passa a trama, além das atuações dos protagonistas são os pontos fortes do filme. VEJA o trailer.

10 de julho de 2010

TOM CRUISE VOLTA AOS FILMES DE AÇÃO!




Tom Cruise é um cara legal. Um bom sujeito. Um ótimo ator. Ás vezes é esculachado - desnecessariamente - pela mídia pela sua espontaneidade e por expor sua intimidade e suas ideologias religiosas ao público. Pois é, é o lado ruim de ser uma das personalidades mais populares do mundo, óbvio que a imprensa tem sempre que fuçar a vida do moço de sorriso bonito. O Sr. Cruise, casado com Katie Holmes, a eterna Joey de Dawson´s Creek, é uma pessoa super simpática, adjetivo que não podem ser usado para muitos atores hein, e ainda tem carisma de sobra.

Com quase 50 anos, o intérprete do simbólico agente Ethan Hunt já não arranca suspiros das jovens e das adolescentes de hoje, mas ainda é o mais querido pelas mães, tias e pelas vovós dessas meninas. E esse público que acompanha o Tom desde lá....os anos 80, época de Top Gun, tem um motivo a mais para ir ao cinema este mês. É a estréia de Encontro Explosivo (Knight and Day) - que título português medíocre hein! - novo filme de ação e comédia protagonizado pelo próprio Sr. simpatia e pela loira Cameron Diaz.



Tom Cruise num filme de ação? Uhuuuuuuu! Que maravilhaa!! OK, sempre fui fã do ator e também curto seus papéis mais sérios como nos filmes Magnólia, Nascido em 4 de Julho, Colateral e até seu personagem desbocado, gordo e que canta rap na comédia Trovão Tropical é impossível não gostar. Isso só mostra o quanto o ator pode ser versátil. Mas é o cara que corre pela ruas, pelos telhados, explode coisas e protagoniza cenas de lutas e de ação fantásticas é que eu - e aposto que muita gente - gosto de ver. Encontro Explosivo (Knight and Day) tem isso e muito mais.

Tom irreconhecível em Trovão Topical. Ele dança e canta rap!



Resumindo a história do filme, Cruise é um espião que viaja o mundo para proteger uma bateria poderosa de criminosos. E sem querer, acaba levando com ele a linda e estabanada June (Cameron Diaz). O eclético James Mangold dirige o filme. O suspense Identidade, a biografia Johnny e June e o excelente faroeste Os Indomáveis são obras do diretor. Algum filme ruim aí? Não né. E assim também é seu novo filme.


Cruise e Diaz possuem uma química perfeita - eles já mostraram isso no péssimo Vanilla Sky -, cenas de ação mirabolantes mesclada com situações engraçadíssimas - destaque para a cena do avião - e um bom roteiro - às vezes previsível - mas que não deixa de ser uma ótima opção de diversão, escapismo, principalmente agora em que as salas de cinemas priorizam animações e a sensação do momento, o fraco Eclipse. Encontro Explosivo diverte e ainda tem Tom Cruise dando soco em qualquer um que apareça na sua frente.

E meus filmes preferidos do Sr. simpatia são:




1-A quadrilogia Missão Impossível
2-Magnólia

3-Colateral
4-Guerra dos Mundos
5-Entrevista com o Vampiro
6-Rain Man



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...