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14 de janeiro de 2017

La La Land – Cantando Estações


O clássico e o moderno convivem harmoniosamente em La La Land – Cantando Estações (La La Land, 2016), uma obra musical encantadora que faz uma ode ao cinema para contar a história de dois jovens em busca de seus sonhos. Esse é o segundo filme de Damien Chazelle, o primeiro foi o igualmente elogiado Whiplash.

La La Land e Whiplash podem ser distintos em muitos aspectos, mas pode-se aferir em ambos a paixão e o carinho com o qual a música, principalmente o Jazz, é retratada por Chazelle. Na trama, Mia (Emma Stone) e Sebastian (Ryan Gosling) vivem respectivamente uma atendente aspirante a atriz e um pianista de jazz que se apaixonam e tentam, juntos, correr atrás de seus sonhos em uma Los Angeles romântica, boêmia, colorida, hollywoodiana. Eles cantam, dançam, sapateiam, fazem graça – a cena em que o personagem de Gosling toca “I Ran” é hilária – e nos encantam. Vale lembrar que essa é a terceira parceria de Stone e Gosling, antes eles fizeram par romântico em Amor a Toda Prova e em Caça aos Gângsteres.


8 de janeiro de 2017

7 filmes de ficção científica para ver em 2017


Power Rangers, mulheres-maravilhas, guardiões das galáxias, macacos inteligentes e um bem grandão predominarão as salas de cinemas neste ano, mas também é bom a gente expandir nossos conhecimentos cinematográficos e conhecer outros filmes de ficção científica, menores, mas igualmente importantes, que estrearão nos cinemas ou em alguma plataforma de streaming.


Quando Te Conheci (Equals) – Em uma sociedade utópica onde os humanos já não possuem emoções, pois a emoção é vista como uma doença, dois jovens se apaixonam. Kristen Stewart e Nicholas Hoult são os protagonistas desse “romance futurístico”, que tem uma premissa boa. Equals foi lançado em 2016, nem chegou aos cinemas por aqui, mas você pode encontrar na internet certamente. Assista ao trailer.


Vida (Life) – Espero que o roteiro desse sci-fi seja realmente bom, pois atraiu atores de renome como Jake Gyllenhaal e Ryan Reynolds, porque a julgar pelo trailer, essa obra do diretor Daniel Espinosa (Crimes Ocultos) traz uma trama bastante familiar. Espero que eu esteja errado. Confira o trailer.




Attraction – O cinema russo está cada vez mais nos surpreendendo. Depois de Os Guardiões, filme de super-heróis ao estilo Vingadores, que deve chegar aos cinemas brasileiros este ano, é a vez dos russos nos mostrarem a versão deles de uma invasão alienígena. Attraction estreia lá na Rússia este mês, e o trailer é incrível, confira aqui.

7 de janeiro de 2017

Passageiros


Vendido como “suspense espacial”, Passageiros (Passengers, 2016) está mais para “romance espacial”, tendo isso em mente, fica mais fácil você gostar do filme e evita frustrações. Dirigido por Morten Tyldum (O jogo da imitação), Passageiros é um sci-fi raso, repleto de clichês e não traz nenhuma novidade ao gênero.

Chris Pratt e Jennifer Lawrence protagonizam essa história de romance no espaço, e ainda bem que eles possuem química em cena e convencem como casal apaixonado, pois é claro que os dois astros mais queridos e cultuados de Hollywood do momento não estão juntos aqui à toa. Felizmente, o carisma dos atores evita que o filme seja um total fiasco.


22 de dezembro de 2016

Melhores séries de 2016

Westworld – Antes de sua estreia, já se esperava que esta série teria o "selo de qualidade HBO" com o qual estamos acostumados, e que tendo Jonathan Nolan como um dos roteiristas, Westworld prometia um enredo, no mínimo, audacioso e desafiador. Mesmo assim, a série superou as expectativas do público em todos os sentidos, desde o roteiro bem amarrado e minucioso, o afiado elenco, à magnífica trilha sonora reproduzida em uma pianola. Faltam palavras para adjetivar essa produção.


Stranger ThingsA série que faz uma ode à cultura oitentista também foi uma das grandes surpresas do ano. A história de mistério envolvendo quatro crianças agradou o público, surpreendeu e trouxe um sentimento de nostalgia a quem conviveu com as pedaladas dos quatro amigos de Conta Comigo e E.T. e se maravilhou com as “luzes que falam” de Contatos Imediatos de 3º Grau.


Game Of Thrones – Eis aqui uma série que caminha para a sétima temporada e nunca para de nos surpreender. A sexta temporada foi antológica, repleta de momentos inesquecíveis – “Hodor, hold the door” – e mais grandiosa que os anos anteriores. A Batalha dos Bastardos, por exemplo, tornou-se a sequência mais cara da história da TV, ademais, é uma sequência belíssima e perturbadora ao mesmo tempo.

16 de dezembro de 2016

Os melhores filmes de 2016


A Chegada – O sci-fi mais surpreendente do ano. Dirigido por Denis Villeneuve (Os Suspeitos, Sicario), A Chegada tem “cara” de blockbuster, mas foge dos clichês dos “filmes de invasão alienígena” e transborda sensibilidade ao contar a história de humanos que tentam “dialogar” com os seres visitantes. Amy Adams está soberba, para variar.



Invocação do mal 2 –  Esse filme “minou” a máxima que diz que “continuações são sempre inferiores ao primeiro capítulo” e tornou uma exceção dentro de um gênero marcado pela falta de criatividade. Dirigido novamente pelo promissor James Wan, IM2 é muito melhor que o primeiro, e mostra mais uma vez a inventividade do diretor nas cenas de suspense e suas habilidades ao narrar uma história de terror com personagens cativantes e sem clichês.


A bruxa – O ano de 2016 foi muito bom para os filmes de suspense/terror. Filme-sensação em festivais no ano passado, A Bruxa impressiona pela sua atmosfera sombria e melancólica, não é um filme de sustos, mas perturba mesmo assim, chama a atenção pela forma como o sobrenatural é tratado, de forma plausível e assustadora.




Star Trek - Sem fronteiras – Este ano não foi bom (ou rentável) para os blockbusters. As sequências sofríveis de X-Men, Independence Day e Alice não empolgaram tanto assim, mas a terceira parte da franquia Star Trek compensou um ano repleto de “bombas”. Sem Fronteiras é frenético, ousado, dirigido com carinho e saudosismo por Justin Lin, diretor de alguns Velozes e Furiosos, de quem eu não esperava muito. Que bom eu me enganei.


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