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21 de abril de 2016

The Guest – um suspense cheio de charme




É muito reconfortante quando descobrimos obras cinematográficas que se destacam pela originalidade ou trazem um certo “frescor” a gêneros muito suscetíveis a clichês, como o suspense e os filmes de ação, isso nos faz pensar que as melhores histórias não estão nas superproduções, mas no cinema independente, em pequenas obras-primas que quase ninguém viu. The Guest (2014), por exemplo, é uma dessas pérolas imperdíveis e surpreendentes, nunca foi lançada no Brasil e nem tem título em português.


Com direção de Adam Wingard, responsável pelos filmes de terror Você é o próximo e V/H/S, The Guest é uma mistura de filme de ação, suspense e ainda “pega emprestado” a atmosfera das obras de terror dos anos 80 para contar uma história que te seduz do início ao fim.


16 de abril de 2016

Relatos Selvagens




A vingança é o protagonista de um cult argentino chamado Relatos Selvagens (Relatos Salvages, 2014), uma obra de humor negro e hipnotizante que você precisa ver.

Dirigido por Damián Szifron, Relatos Selvagens teve um sucesso de público estrondoso no país de origem, ficou um ano em cartaz em um cinema de São Paulo e ainda foi indicado ao Oscar. 

O longa é composto por seis breves histórias com contextos e personagens diferentes, cada um deles tendo “um dia de fúria”, culminando sempre em um ato de vingança contra alguém. Relatos Selvagens me cativou pelo humor corrosivo e o leve sadismo, o fato de ser uma antologia, me deixava sempre ansioso pela próxima história e pela forma como os personagens teriam o seu desfecho. A primeira história já nos surpreende, ocorre em um avião, cujos passageiros foram propositadamente colocados ali.

8 de abril de 2016

Rua Cloverfield, 10






Em 2008, Cloverfield, um filme de monstro no estilo “câmera na mão” tornou-se um hit cinematográfico, caótico e assustadoramente realista, o longa alavancou ainda mais o nome de J. J. Abrams. Dezesseis anos depois – pois é, passou rápido hein – estreia Rua Cloverfield, 10 (10 Cloverfield Lane, 2016), inaugurando uma nova antologia do cinema na qual o monstro da vez não é exatamente apenas uma criatura ameaçadora e alienígena, mas o próprio ser humano.


Quem vai ao cinema esperando uma sequência nos mesmos moldes de Cloverfield -  com aquela correria e a luta desesperadora pela sobrevivência -  pode “quebrar a cara” e sair xingando o universo.  Rua Cloverfield, 10 é mais intimista, mais focado no elemento humano, mesmo assim, é tenso, é um suspense/sci-fi eficiente e que prende a atenção. 

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