A Chegada – O sci-fi mais
surpreendente do ano. Dirigido por Denis Villeneuve (Os Suspeitos, Sicario), A
Chegada tem “cara” de blockbuster, mas foge dos clichês dos “filmes de invasão
alienígena” e transborda sensibilidade ao contar a história de humanos que
tentam “dialogar” com os seres visitantes. Amy Adams está soberba, para variar.
Invocação do mal 2 – Esse filme “minou” a máxima que diz que
“continuações são sempre inferiores ao primeiro capítulo” e tornou uma exceção
dentro de um gênero marcado pela falta de criatividade. Dirigido novamente pelo
promissor James Wan, IM2 é muito melhor que o primeiro, e mostra mais uma vez a
inventividade do diretor nas cenas de suspense e suas habilidades ao narrar uma
história de terror com personagens cativantes e sem clichês.
A bruxa – O ano de 2016 foi muito
bom para os filmes de suspense/terror. Filme-sensação em festivais no ano
passado, A Bruxa impressiona pela sua atmosfera sombria e melancólica, não é um
filme de sustos, mas perturba mesmo assim, chama a atenção pela forma como o
sobrenatural é tratado, de forma plausível e assustadora.
Star Trek - Sem fronteiras – Este
ano não foi bom (ou rentável) para os blockbusters. As sequências sofríveis de
X-Men, Independence Day e Alice não empolgaram tanto assim, mas a terceira
parte da franquia Star Trek compensou um ano repleto de “bombas”. Sem
Fronteiras é frenético, ousado, dirigido com carinho e saudosismo por Justin
Lin, diretor de alguns Velozes e Furiosos, de quem eu não esperava muito. Que
bom eu me enganei.





