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24 de setembro de 2017

mãe!


Darren Aronofsky não faz filme de fácil digestão: Pi, Réquiem para um Sonho, Fonte da Vida e Cisne Negro são obras desconcertantes, divisivas e polêmicas. Se você é um apreciador do repertório do cineasta, certamente você vai adorar sua mais nova criação: mãe! (mother!, 2017), se não, vai odiá-lo com todas as suas forças (bem, hoje em dia, não se precisa de muito para se odiar algo né!). mãe! é – no melhor sentido – desagradável, claustrofóbico, desconfortável, um chute no estômago. mãe! não é um filme de terror, como o marketing diz ser, embora haja momentos e artifícios que evoquem uma produção do gênero.

mãe! é sobre a Criação e o Criador, a alegoria religiosa presente na obra é incontestável, ainda que permita interpretações múltiplas, o fanatismo religioso e a devoção a celebridades/deuses são claramente explicitados. Jennifer Lawrence vive a mãe. De acordo com alguns dicionários, mãe significa amor, proteção, alimentação. Indo ainda mais longe, a deusa Kali, a mãe segundo os hindus, representa criação, preservação, destruição. E todos esses elementos são representados pela figura da protagonista ou pela narrativa.

7 de janeiro de 2017

Passageiros


Vendido como “suspense espacial”, Passageiros (Passengers, 2016) está mais para “romance espacial”, tendo isso em mente, fica mais fácil você gostar do filme e evita frustrações. Dirigido por Morten Tyldum (O jogo da imitação), Passageiros é um sci-fi raso, repleto de clichês e não traz nenhuma novidade ao gênero.

Chris Pratt e Jennifer Lawrence protagonizam essa história de romance no espaço, e ainda bem que eles possuem química em cena e convencem como casal apaixonado, pois é claro que os dois astros mais queridos e cultuados de Hollywood do momento não estão juntos aqui à toa. Felizmente, o carisma dos atores evita que o filme seja um total fiasco.


22 de maio de 2016

X-Men: Apocalipse




“Ao menos concordamos que o terceiro filme é bem pior”. Quando Jean Grey dispara essa frase eu já suspeitava, a essa altura, que X-Men: Apocalipse (X-Men: Apocalypse, 2016) não seria melhor que o sofrível X-Men: O confronto final. Enganei-me um pouco, essa nova aventura é levemente superior à parte 3 da primeira trilogia, é divertida e tem cenas empolgantes, ainda assim, decepcionante, vazia e confirma a teoria de Jean. 

X-Men: Apocalipse inicia bem, de forma pomposa, no Egito antigo, nos apresentando o vilão Apocalipse (interpretado por Oscar Isaac, debaixo de quilos de maquiagem azul) no ritual de troca de corpo, que é interrompido por um grupo de revoltosos. A sequência é espetacular,  mas de nada adianta agradar os olhos, se não toca o coração, e é justamente essa falta de conexão com os personagens o maior defeito do filme. O roteiro não tem aprofundamento emocional,  não há elementos dramáticos, embora haja uma tentativa de cativar o público na subtrama de Erik/Magneto (Michael Fassbender), essa história, pela rapidez e a falta de densidade com a qual é contada, não nos envolve emocionalmente. Um desperdício, pois Magneto é de longe o personagem mais interessante da saga.

9 de dezembro de 2014

As 5 melhores trilhas sonoras de 2014




Enquanto não finalizo os posts sobre os melhores filmes e séries de 2014, resolvi listar as trilhas sonoras mais inesquecíveis  e marcantes do ano, pois como se sabe, a música tem um papel fundamental em uma produção cinematográfica, possui um grande poder de emocionar, cativar, além de ser muito importante na construção de uma narrativa. Sem mais, vamos às minhas  trilhas sonoras favoritas do ano.




1- Guardiões da Galáxia - Fala sério, o filme perderia metade de seu encanto se não fosse pela deliciosa seleção de músicas - Awesome Mix Vol.1 -  escolhidas a dedo pelo diretor James Gunn. Enquanto os guardiões passeiam pelas galáxias, a trilha sonora convida a gente para uma viagem nostálgica em nossas mentes e contribui para que a aventura com seres extraterrestres torne-se mais humana e apaixonante.  Hooked On a Felling, Come and Get Your Love são minhas preferidas. Escute aqui a  trilha completa!





 

2- Mesmo Se Nada Der Certo - Um dos longas mais bacanas do ano tem na trilha sonora o seu maior mérito. As músicas são originais, viciantes e compostas especialmente para o filme. Adam Levine (Maroon 5) e Keira Knightley, protagonistas da comédia musical, cantam a maioria das canções. A atriz mostra que tem uma bela voz e já poderia se aventurar como artista indie. As músicas fazem o estilo pop/rock meio melancólicas. Confira aqui a trilha e escute Lost Stars abaixo:





3- Trapaça - Não tem como não lembrar de Trapaça e seus personagens intensos e sensuais quando você escuta Goodbye Yellow Brick Road do Elton John. Live and Let Die, do Paul McCartney me lembra Jennifer Lawrence em uma das cenas mais engraçadas do filme e o clássico I Feel Love da Donna Summer, ficou marcado como a música em que Amy Adams - com seus decotes - e Bradley Cooper dançam cheios de desejo em uma boate. Escute aqui a trilha completa!







4- Ela (Her) - A trilha sonora é tão sensível e melancólica quanto o romance futurista de Spike Jonze. A seleção de músicas é composta basicamente por sons de piano e violão. A playlist conta com músicas do Arcade Fire, N.A.S.A  e ainda tem a  bela e delicada canção The Moon Song, da Karen O, indicada ao Oscar este ano. Ouça aqui a trilha sonora e relaxe.




 

5- Boyhood – Da Infância à Juventude - O filme ambicioso de Richard Linklater que  foi rodado durante 12 anos também tem uma trilha sonora de destaque e muito eclética. Coldplay, Arcade Fire, Vampire Weekend, Cat Power, Cobra Starship, Gotye e muitos outros estão no álbum. Como em Boyhood a história acompanha os personagens por mais de 10 anos, as músicas representam aqui o passar do tempo. O filme tem início no ano de 2002, e nada melhor que Yellow, primeiro sucesso do Coldplay, para representar a época. Tem a trilha sonora completa aqui!




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Trapaça

Boyhood - Da Infância à Juventude

Ela

Guardiões da Galáxia

23 de novembro de 2014

Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1




Do primeiro filme Jogos Vorazes lançado em 2012 - considerado por mim, na época, uma obra bem realizada, mas com falhas técnicas e um pouco bobo e descaradamente juvenil - para este terceiro capítulo, A Esperança, as diferenças são exorbitantes, em termos narrativos e técnicos.  Assim como a saga de Harry Potter foi se tornando mais sombria e “séria” a cada novo filme, o novo Jogos Vorazes transformou-se em uma obra adulta e corajosa demais para uma adaptação de uma obra adolescente.


Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1 (Hunger Games: Mockingjay – Part 1), segue o tom “maduro” apresentado na parte anterior, Em Chamas, também pincelado pelo visionário diretor Francis Lawrence, responsáveis por ótimos filmes como Constantine, Eu Sou a Lenda e clipes emblemáticos como Bad Romance.  


No terceiro capítulo da franquia, Katniss (Jennifer Lawrence) é convocada a ser a “voz” da revolução. Enquanto tenta saber do paradeiro de Petta (Josh Hutcherson), Katniss se junta a Logan (Liam Hemsworth, com mais destaque na saga) na visita aos Distritos a fim de promover a campanha contra Snow e  o sistema fascista.

  Katniss  e  Gale: pausa na "revolução"


Jogos Vorazes deixa a arena e os jogos perigosos de lado quando uma guerra civil ganha corpo, e como toda guerra, há muitas mortes, sangue, medo, ação e reação. É por tratar de temas tão desconcertantes e complexos como política, manipulação da mídia e fanatismo, que a saga tem conquistado o seu diferencial e sendo uma das mais fantásticas adaptações do gênero juvenil desde Harry Potter. Mesmo sendo para o público teen, tais assuntos são escancarados como devem ser, com veemência e realismo. 


Francis é mestre em construir mundos que estão em decadência e assombrados por pessoas sem esperança, por isso neste contexto, as cenas de ação que envolve o hospital no Distrito 8 e outra no tal Distrito 13, onde Katniss está hospedada, soam mais nervosas e impactantes.



E são nas condições mais adversas e desafiadoras que o ser humano fica mais complexo e interessante. Em Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1, assistimos a uma evolução na relação entre Katniss e Petta e nossa heroína, ainda se ver imersa em diversos dilemas morais, o que a faz se questionar sobre a verdadeira finalidade da revolução e o seu real papel como a porta-voz dos rebeldes.  

 Katniss torna-se a voz da "rebelião" !



Apesar de ter menos ação que nos filmes anteriores, A Esperança nunca fica arrastado, e isto deveria acontecer já que um só livro foi dividido em dois filmes, mas o roteiro é enxuto, sem exageros, e surpreende o espectador com efeitos especiais eficientes e atuações dignas de todo o elenco, destaque para Elizabeth Banks (a engraçada Effie), Julianne Moore (como a misteriosa presidente Alma Coin) e o finado Philip Seymour Hoffman (Plutarch), em um dos últimos papéis de sua vida.


Jogos Vorazes: A Esperança: Parte 1, mesmo sendo um filme sem conclusão, é uma obra arrebatadora. O forte teor moral e psicológico embutido na história, não interfere na verdadeira finalidade do filme, que é a de entreter. Este capítulo desfaz totalmente o pré-conceito que me acometeu quando eu assisti ao primeiro filme, dois anos atrás, de que esta seria mais uma adaptação que ganharia uma versão muito insossa, vazia e boba para as telas, como a saga Crepúsculo.  Enganei-me. 


NOTA: 9,0  



1 de fevereiro de 2014

Trapaça


Já nos primeiros minutos de Trapaça (American Hustle, 2013), elogiado drama indicado a dez Oscars este ano, somos apresentados a um dos melhores trunfos do filme, Christian Bale, surpreendente e brilhante em um papel cômico. Bale ganhou uns quilinhos e uma pança enorme, na primeira cena do filme, seu personagem surge lutando com seus poucos fios de cabelo para encobrir a calvície.  Simplesmente pitoresco!

David O. Russell é um diretor talentosíssimo, sua maior habilidade é tirar o melhor dos atores com os quais trabalha, assim é Trapaça, cujo ponto forte é a notável atuação do elenco e consequentemente, os personagens que interpretam. É aquele típico filme no qual grande parte do público vai sair do cinema comentando sobre situações específicas de algum personagem e não pela história em si, como por exemplo, a cena do Bale que eu falei no início ou o momento em que Jennifer Lawrence canta Live and Let Die loucamente.

Trapaça com elegância

Então já que a principal qualidade do drama é o elenco afiado, vou me ater a ele. Como já disse Bale (nosso eterno Batman) está um arraso, sua capacidade de mudar o físico para um personagem apenas o eleva ainda mais a astro de primeira grandeza, um dos mais destemidos de sua geração. Bradley Cooper, de cabelos enroladinhos, tem uma performance que também merece reconhecimento, embora ele exagere nas caras e bocas em alguns momentos. O fato é que, Cooper tem talento e pode sim ter uma carreira séria e diversificada na tela do cinema (Favor, assistam O Lugar Onde Tudo Termina) e se desvirtuar de papéis em comédias, gênero pelo qual ficou famoso.


No time das mulheres, Amy Adams sensualiza a cada frame, ah aqueles decotes.  Jennifer Lawrence, é sem dúvida o grande chamariz do filme, mostra novamente porque é uma das atrizes mais talentosas e carismáticas do momento. Quem for ao cinema com o único intuito de ver a atriz de Jogos Vorazes não se arrependerá. Não é exagero dizer que a narrativa torna-se mais envolvente quando a sua personagem Rosalyn, esposa de Irving (Bale), entra em cena. Instável, cômica e complexa na pele de Rosalyn, Lawrence ganha a simpatia de todos com um papel tão ousado, é muito bom vê-la em ação.

Em resumo, Trapaça é uma comédia sobre vigaristas que envolvem a polícia, políticos e gângsteres ambientada nos anos 70, por isso a trilha nostálgica e tão conhecida é um pequeno deleite. O. Russell tem um enredo engenhoso e inteligente na mão, mas que poderia ter melhor resultado se a história fosse condensada e mais dinâmica, porém, a riqueza dos protagonistas torna todo o resto em algo não muito relevante. É um bom trabalho do diretor e um dos melhores filmes do ano, mas não o melhor para ganhar o Oscar.


NOTA: 8,0

8 de fevereiro de 2013

O Lado Bom da Vida



Não importa quantos problemas você tenha, é preciso sempre manter a cabeça erguida e seguir em frente, sempre pensando positivo, pois a vida vai voltar a sorrir para você mais cedo do que imagina, e quem sabe, isso deve acontecer ao lado das pessoas mais improváveis. Esta é a mensagem, uma delas, transmitida pelo excelente O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook, 2012), indicado a 8 Oscars, e ao lado de Argo, meu preferido na premiação.

Bradley Cooper vive Pat, um cara bipolar e recém-saído de uma instituição para doentes mentais.  Ele volta para a casa após ficar internado oito meses no local, e além de lidar com suas crises, ainda convive com o pai (Robert De Niro) que sofre de transtorno obsessivo compulsivo. Sua vida muda quando conhece uma garota mais louca e explosiva que ele, Tiffany, protagonizada pela onipresente Jennifer Lawrence. Obviamente você já deve ter percebido que se trata de uma história de superação, e já começou a vislumbrar o filme na sua mente, assim como o seu final.

Lawrence e Cooper: Atuações marcantes.

O Lado Bom da Vida, eu vou confessar, é mesmo um pouco previsível e sentimental, mas o diretor David O. Russell (do indispensável Três Reis) não se rendeu à pieguice, e criou uma adorável e bem humorada comédia, explorando temas psiquiátricos, mas com pitadas bem dosadas de drama e romance.

A força do filme não está na história em si, mas nos personagens e nos diálogos afiados e irônicos. As melhores cenas são aquelas com Pat e Tiffany, as conversas - sinceras demais - entre eles sempre despontam faíscas por todos os lados. Cooper, que ficou conhecido mundialmente por Se Beber Não Case, mostra seu talento além da comédia escrachada e surpreende, não à toa recebeu uma indicação ao Oscar. Mas é Jennifer que se sobressai. Sua presença em cena é demasiadamente poderosa, provavelmente deve levar o Oscar de Melhor Atriz este ano, consolidando-a como uma das atrizes jovens mais bem sucedidas de Hollywood, adorada pelo público teen (é a protagonista do hit Jogos Vorazes) e pela crítica especializada.  

Mais uma daquelas conversas carregada de humor negro ...

Mesmo tratando de problemas relacionados à mente humana, O Lado Bom da Vida é um daqueles feel good movie que te faz bem, nesse caso, isso é por causa dos personagens incomuns, cheio de falhas, mas apaixonantes, e também pelo final dançante. 

Já dediquei um post só para a Jennifer Lawrence, exaltando o seu talento e os seus melhores trabalhos. Confira aqui!


17 de abril de 2012

Jennifer Lawrence: a nova heroína do cinema


Ela está com tudo! A loira de 21 anos é a mais nova sensação de Hollywood, isto se deve graças ao seu talento, óbvio, e ao mega sucesso de Jogos Vorazes – até agora, o filme que mais faturou no ano, com mais de 330 milhões nos EUA e meio milhão na arrecadação mundial –  adaptação do  best-seller da escritora Suzanne Collins.  Jennifer Lawrence é a “adolescente de aço” , termo que pode ser justificado pela sua grande facilidade em interpretar mulheres fortes e decididas, como a destemida e trabalhadora Ree Dolly em Inverno da Alma, a corajosa  Katniss de Jogos Vorazes e a estonteante e misteriosa Mística em X-Men: Primeira Classe. Desde criança ela participou de peças teatrais,  mas nunca estudou, anos após anos, a arte de atuar. Talento nato né gente. A seguir, conheça os melhores trabalhos desta promissora atriz.




Jogos Vorazes (The Hunger Games, 2012) –  A adaptação cinematográfica é bem dirigida, tem efeitos especiais competentes e o elenco está bem afinado, principalmente o núcleo jovem. Mas é Jennifer Lawrence a alma do filme. Não sei se outra atriz daria tanta profundidade e complexidade à personagem quanto ela. A sua relação com o seu colega de distrito, Peeta, interpretado por Josh Hutcherson, também é um dos pontos positivos da produção.  Porém, a previsibilidade do roteiro e certas situações vividas pelos protagonistas que soam artificiais demais, nos faz querer que a próxima parte da saga seja superior a esta. Ainda assim, o longa não decepciona.




X-Men: Primeira Classe (X-Men: First Class,  2011) – Lawrence mostra toda sua sensualidade neste excelente reboot dos mutantes como a enigmática e azulada Mística. Apesar do filme não ser exatamente “seu”,  sua presença em cena nunca passa despercebida. Jovem e bonita, Mística começa a  sentir um certo interesse romântico pelo Dr. Hank (interpretado por Nicholas Hout, seu atual namorado) que se transformaria no mutante Fera logo depois,  mas infelizmente sua “quedinha” pelo Magneto (Michael Fassbender) a leva para um caminho diferente e mais sombrio, abandonando o “monstro azul” e  todos os seus amigos. A sequência já está engatilhada e as gravações iniciam em janeiro, fato este decidido após um pequeno conflito entre os estúdios Fox, da saga X-Men, e a Lionsgate, de Jogos Vorazes, que estão disputando a tapas a presença da loira nas duas sagas. O "auê" foi porque as datas de filmagens das duas produções coincidiram, o que fez a Fox atrasar as gravações da saga mutante para o início do ano que vem, deixando-a livre para gravar a sequência da adaptação juvenil. Viu, Jenny está com o poder.  Brigas à parte, vai ser ótimo vê-la novamente em X-Men, com uma personagem mais perversa e diferente da heroína Katniss. Veja AQUI todo o seu charme no trailer do filme feito só para a personagem mutante.




Inverno da Alma (Winter´s Bone, 2010) – O filme que colocou a atriz nos holofotes, pois sua interpretação assombrosa e  intensa aqui lhe valeu uma indicação ao Oscar, e ela tinha apenas 20 anos. Jennifer é Ree Dolly, uma garota de 17 anos que busca o pai, um traficante de drogas e  que está desaparecido. Ela ainda tem que cuidar da mãe portadora de uma doença mental e de seus dois irmãos pequenos. A menina ainda caça esquilos e corta madeira com machado para sobreviver às condições miseráveis em que vive.  Mais uma vez, é Jennifer   quem rouba a cena, e apesar do longa não ser tão fácil assim, é feio, pesado, e um pouco arrastado, é a atuação da moça pelo qual  vale a  pena conferir.




Filme bônus



Like Crazy (2011) – Este filme que ainda não foi oficialmente lançado no Brasil, é um romance cujas características faltam nas produções do gênero hoje em dia, é realista, a trama é ágil, e mostra um casal cheio de falhas imersos em um relacionamento repleto de altos e baixos. Felicity Jones (Reflexos da Inocência) e Anton Yelchin (Star Trek) vivem dois universitários que se apaixonam. Depois que a garota, uma estudante britânica e que está em Los Angeles tem seu visto recusado nos EUA e é banida do país, os dois precisam encontrar formas de manter a relação estável, mesmo à distância. Jennifer Lawrence interpreta Samantha -  sim, ela está aqui num papel pequeno, mas importante e  está mais linda que nunca -  é aquela que vai “sacudir” a  relação do jovem e cativante casal.  Despretensioso e direto, é inevitável não nos identificarmos com Like Crazy, com certeza você vai se ver em várias situações mostradas nele. Clique aqui e assista ao trailer dessa fofura.  




Este ano tem mais Jennifer gente! Ela protagonizará o suspense House at The End of the Street, previsto para setembro. Veja o trailer.




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